Terceiro Reich
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O Terceiro Reich ou Alemanha Nacional Socialista (em alemão:Großdeutsches Reich) é o nome que se dá ao período durante o qual vigorou na Alemanha o regime Nacional Socialista (de 1933 a 1945), assim como no império formado pelas nações por ela conquistadas. Sob a liderança do Führer Adolf Hitler, o Terceiro Reich impôs como partido único o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães e a ideologia do Nacional Socialismo. O nome Terceiro Reich vem na sequência do Sacro Império Romano-Germânico, o Primeiro Reich, e do Império Alemão (1871-1918) como o Segundo Reich.
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[editar] História
O início da Grande Depressão (1929), desemprego maciço, as humilhações do Tratado de Versalhes (1919) e o descontentamento social levaram a um grande apoio do povo alemão aos partidos comunistas. Temendo uma revolucão comunista, a alta burguesia alemã, empresários e o clero apoiaram ditaduras extremamente nacionalistas para derrubar os comunistas. Com o apoio do exército, Hitler foi eleito chanceler da Alemanha em janeiro de 1933, após um período de caos político e econômico, e assumiu a presidência e o poder executivo único com a morte de Paul von Hindenburg, em 1934.
Quase imediatamente, arquitectou a dissolução do Reichstag (parlamento) após o incêndio de sua sede pelos comunistas. A Alemanha transformou-se em um estado nacionalista: não-arianos e oponentes do Nacional Socialismo eram excluídos da administração, e o sistema judiciário tornou-se subserviente ao Nacional Socialismo. Campos de trabalho foram criados para receber prisioneiros políticos, sendo mais tarde (durante a Segunda Guerra Mundial) utilizados para reunir judeus, ciganos, muçulmanos, homossexuais e outros grupos que representavam alguma ameaça a pureza e moralidade do Reich Alemão.
[editar] Economia
O Nacional Socialismo preocupou-se com os assuntos domésticos imediatos, e em separado com as concepções ideológicas da economia internacional. A política econômica doméstica concentrou-se em três objetivos principais:
- Eliminação do desemprego
- Eliminação da hiperinflação
- Expansão da produção de bens de consumo fortalecendo as classes média e baixa
Todos estes objetivos pretendiam contrariar aquilo que era visto como os defeitos da República de Weimar e para solidificar o apoio doméstico ao partido. É inegável o sucesso do Nacional Socialismo nestas áreas. Entre 1933 e 1936 o PIB alemão cresceu a uma taxa média anual de 9,5%, e a taxa de crescimento da indústria foi de 17,2%. Este crescimento empurrou a economia alemã para fora de uma profunda depressão e para o pleno emprego em menos de quatro anos. O consumo público durante o mesmo período aumentou 18,7%, enquanto que o consumo privado aumentou 3,6% anualmente.
O Partido Nacional Socialista acredita que os judeus e pessoas influenciadas por sua mentalidade, estavam por trás da depressão global dos anos 30, o que forneceu outra ligação à sua motivação ideológica para expulsar este grupo do Reich.
[editar] Religião
Todo cidadão alemão poderia livremente escolher sua religião, conforme o 24º ponto do programa do Partido Nacional Socialista. As únicas restrições eram contra religiões que ponham em perigo a existência do Estado ou as que ofendam o sentimento moral da raça germânica, como o Judaísmo e as Testemunhas de Jeová, que recusavam-se a prestar serviço militar e fazer a saudação Nacional Socialista.
