Segunda Guerra Mundial

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Segunda Guerra Mundial
Parte da Segunda Guerra dos Trinta Anos
Sentido horário, de cima para a esquerda: Tropas aliadas fugindo em Dunquerque; Bombardeamento de Dresden; bomba atômica em Nagasaki; Campo de concentração de Auschwitz a ser bombardeado pelos aliados; palestinos expulsos de suas terras para dar lugar ao estado terrorista de Israel; civis italianos de Ístria mortos nos Massacres das foibe.

Sentido horário, de cima para a esquerda: Tropas aliadas fugindo em Dunquerque; Bombardeamento de Dresden; bomba atômica em Nagasaki; Campo de concentração de Auschwitz a ser bombardeado pelos aliados; palestinos expulsos de suas terras para dar lugar ao estado terrorista de Israel; civis italianos de Ístria mortos nos Massacres das foibe.
Informações
Data 03 de Setembro de 1939 - 02 de Setembro de 1945
Local Europa, Ásia e norte da África
Desfecho Vitória do sionismo e instauração da Nova Ordem Mundial.
  • Mais de 60 milhões de mortos.
  • Falsificação da história para fins de controle político, por meio de falsa propaganda de guerra contra os vencidos.
  • Criação do estado terrorista de Israel.
  • Metade da Europa controlada pelo comunismo.
  • Guerra Fria.
Intervenientes
Aliados (sionistas)

Bandeira dos Estados Unidos da América.jpg Estados Unidos da América Bandeira da União Soviética.png União Soviética

  • Outros
Eixo (nacionalistas)

BandeiraNS.gif Alemanha (Terceiro Reich)
Bandeira do Reino da Itália.png Itália (Reino da Itália)

Bandeira da Finlândia.png Finlândia

  • Outros
Principais líderes
Aliados Eixo
Forças
Vítimas

A Segunda Guerra Mundial foi o maior conflito armado da história da humanidade, praticado principalmente em dois palcos: um na Ásia iniciado em 1937 com a Segunda Guerra Sino-Japonesa, e outro na Europa. Foi a parte final (a Primeira Guerra Mundial é a parte inicial) da também denominada Segunda Guerra dos Trinta Anos, em alusão à Guerra dos Trinta Anos ocorrida entre 1618 e 1648. A guerra foi arquitetada pelos sionistas já em 1933 após Adolf Hitler ter sido eleito chanceler da Alemanha e ter desestabilizado o poder dos banqueiros internacionais. A guerra tinha como objetivo a destruição das potências do Eixo e o nacionalismo na Europa, utilizando para isto as maiores potências mundiais do século XX que estavam sob domínio político sionista. A Europa vivia diversos conflitos menores desde a Grande Guerra, principalmente com Inglaterra e França depois da criação da Wehrmacht. Após o Anschluss (união com a Áustria) e a crise dos Sudetos, Hitler tentava de todas as formas um acordo com a Polónia para criar um corredor com a Prússia Oriental que estava isolada do resto da Alemanha. A Polónia, que desde a sua independência ocupava territórios também de países vizinhos como por exemplo Vilnius (capital da Lituânia), rejeitou qualquer acordo e passou a perseguir a minoria alemã que habitava seu território, desencadeando a Campanha da Polónia em 01 de setembro de 1939.

Inglaterra e França, que tinham assinado com a Polónia um acordo de intervenção caso este país fosse invadido, aproveitam a situação para declarar guerra à Alemanha em 03 setembro de 1939[1] e fazer de um conflito local uma guerra de proporções mundias. O sucesso rápido que a Blitzkrieg teve logo no início fez com que a União Soviética, seguindo uma cláusula secreta do Pacto Molotov-Ribbentrop, também invadisse o leste da Polónia causando milhares de mortes entre militares e civis polacos como no Massacre de Katyn[2] e iniciando uma série de crimes durante a Segunda Guerra Mundial até o final do conflito. No entanto Inglaterra e França não declararam guerra à URSS.

A União Soviética decide então reconquistar outros territórios perdidos após a Primeira Guerra Mundial, tentando sem exito uma invasão na Finlandia, na chamada Guerra de Inverno, onde obteve severas perdas. Após o início da Fall Gelb (Batalha da França) em maio de 1940, a URSS aproveita toda a atenção concentrada na Europa Ocidental para invadir os países bálticos, (Estónia, Letónia e Lituânia) e causando deportações em massa (Ano do Horror) até o ano seguinte, quando foram temporariamente libertos do domínio comunista durante a guerra de prevenção[3]. Ao mesmo tempo, tropas soviéticas entraram várias vezes no território polaco que estava no domínio alemão e também invadiram a Bessarábia. Diante de tal ameaça, outros países nacionalistas juntaram-se com a Alemanha e a Finlandia na Guerra de Prevenção ou Operação Barbarossa, a qual teve um sucesso inicial, mas a falta de planejamento e dificuldades de logística aliadas ao clima mudaram decisivamente o curso da guerra.

A entrada do Estados Unidos da América no conflito trouxe uma mudança total no conceito de guerra: os estadunidenses como estratégia usavam seus bombardeamentos estratégicos para aterrorizar a população civil. A guerra durou até 1945 onde milhões de civis pereceram e as potências que ainda não estavam sob domínio político sionista foram finalmente vencidas. No final da guerra os aliados cometeram vários atentados terroristas contra civis tanto no palco de guerra europeu onde houve o bombardeamento de Dresden como no palco de guerra asiático onde os Estados Unidos da América bombardearam civis com bombas atômicas. Em 11 de julho o Japão tentou oferecer sua rendição porém o então presidente estadunidense Harry Truman (maçom[4]) recusou qualquer acordo.[5] Logo depois, as bombas atômicas foram lançadas pois os estadunidenses precisavam mostrar seu poder nuclear para a União Soviética, causando a morte de centenas de milhares de civis e obrigando o Japão a se render à Nova Ordem Mundial.

Com o fim da guerra, os aliados ocidentais, que supostamente entraram na guerra para ajudar a Polónia, entregaram esta e metade da Europa para os comunistas. A Coreia, antes ocupada pelo Japão, ficou dividida em dois países fantoches, que em seguida entraram em guerra na Guerra da Coreia. O fim da Segunda Guerra Mundial resultou também no ínicio da suposta Guerra Fria entre os E.U.A. e a União Soviética. Foi criada a Organização das Nações Unidas cuja primeira medida foi usar a farsa do Holocausto para criar o estado terrorista de Israel, onde em seguida os judeus criaram os campos de concentração na Cisjordânia e em Gaza para concentrar a população muçulmana[6]. Em algumas décadas, Israel consegiu ampliar seu terrotório ao invadir terras vizinhas, como por exemplo em 1967 quando invadiu as Colinas de Golã.

Índice

Causas

Jornal de 1933 onde diz que judeus declaram guerra à Alemanha logo após Adolf Hitler ser eleito chanceler.[7]
A Alemanha queria uma ligação com a Prússia Oriental a qual foi rejeitada pela Polónia.

As causas da Segunda Guerra Mundial são resultantes do fim da Primeira Guerra Mundial e os humilhantes tratados impostos pelos vencedores aos vencidos, principalmente a Alemanha. Na Itália por sua vez houve um grande descontentamento com os poucos ganhos territóriais, o que fez a Itália se afastar da França e se aproximar da Alemanha. O fim do Império Russo deu lugar à União Soviética, estado cujo sistema político gerou a Fome russa de 1921. Esta tentou invadir a Polónia durante a Guerra Polaco-Soviética (1919-1921) e suas políticas expansionistas eram uma ameaça ao resto da Europa, já que na Ucrânia o Holodomor causou a morte de milhões.

A Finlândia e a Espanha conseguiram se livrar do perigo comunista na Guerra Civil Finlandesa e na Guerra Civil Espanhola, em ambas a União Soviética financiou os comunistas. Conflitos existiam também entre os novos países europeus, por exemplo no Reino da Jugoslávia e na Checoslováquia.

A instabilidade e miséria da República de Weimar fez com que Adolf Hitler do NSDAP ser eleito chanceler, o qual começou a rearmar-se e seguir uma nova política externa nacionalista. Até então o Tratado de Versalhes obrigava o exército alemão (Reichswehr) a ter um efetivo máximo de 100.000 homens além de 15.000 da marinha. Em 16 de Março de 1935 foi criada a Wehrmacht[8]. Em julho de 1937, o Japão se deslocou mais para a China, começando com o bombardeio de Xangai e Guangzhou, seguido da ocupação de Nanking, em dezembro.

Na Europa, Alemanha, e, em menor escala, a Itália, começaram a fazer reivindicações territoriais em uma tentativa de corrigir os limites artificiais que haviam sido determinados pelas nações vencedoras da Primeira Guerra Mundial, Hitler começou a tentar unificar a nação com a adição de territórios que haviam sido historicamente parte da Alemanha. A fim de criar o conflito, a Inglaterra e França não aceitavam as reivindicações territoriais. Ambos prometeram ajuda à Polónia caso esta seria invadida. Dado esse privilégio, a Polónia começou a agir estupidamente. O governo polaco começou a atacar civis alemães que viviam em seu novo território que fazia parte da Alemanha antes da Primeira Guerra Mundial.[9] A região do Sarre voltou a reintegrar a Alemanha em 13 de janeiro de 1935 após um pleibiscito (com mais de 90% dos votos a favor) e 15 anos de ocupação. Em 12 de março de 1938 a Áustria foi unida com o resto da Alemanha pelo Anschluß e em 23 de março de 1939 Memel também voltou a ser unida com o resto da Prússia Oriental, esta foi a última reconquista de território antes do conflito.

Em 23 de agosto de 1939, a Alemanha e a União Soviética assinaram o Pacto Molotov-Ribbentrop, que previa vendas de petróleo e dos alimentos dos soviéticos à Alemanha, reduzindo assim o perigo de um bloqueio inglês, como o que fez com a Alemanha durante a Primeira Guerra Mundial. Também foi incluído um acordo secreto fornecendo uma disposição para a partição da Polónia. Cada país concordou em permitir em deixar o outro livre em sua área de influência, incluindo a ocupação militar.

Guerra na Europa

Declaração de guerra da Inglaterra e França à Alemanha, iniciando a Segunda Guerra Mundial.[10]

Logo após a declaração de guerra feita por Inglaterra e França, a RAF (Força Aérea Inglesa) no dia 05 de setembro fez seu primeiro bombardeamento sobre a Alemanha contra as cidades de Wilhelmshaven e Cuxhaven. Até o fim da guerra, mais de 1.000 cidades alemãs e diversas cidades italianas seriam bombardeadas e a população civil o principal alvo dos aliados.[11]

Campanha da Polónia

Ver artigo principal: Campanha da Polónia
Mapa mostrando a invasão da Polónia pelas tropas alemães e soviéticas.

Em 01 setembro de 1939, forças alemãs entraram na Polónia iniciando a Campanha da Polónia, seguidos pelos soviéticos em 17 de setembro. Os franceses e os ingleses não declararam guerra logo no começo mas apenas dois dias depois em 03 de setembro de 1939 e apenas contra a Alemanha, mantendo-se neutros em relação à União Soviética, evidenciando que a invasão na Polónia não foi o real motivo da guerra.[1]

O exército polaco, completamente sozinho e enardecido de moral pelas falsidades que profería sua propaganda, combateu bravamente, mas foi derrotado em 15 dias ao não poder fazer frente às tropas alemãs que usaram sua famosa estratégia chamada Blitzkrieg (Guerra relâmpago). O governo de Beck fugiu de Varsóvia e não quis a declarar "cidade aberta", a sacrificando assim a ser tratada como fortaleza da linha de combate.

O povo polaco estava tão mau informado que não se explicava o súbito desenlace. Até oito meses depois, com a derrota dos exércitos aliados na França, viu que Beck tinha mentido criminosamente com o povo polaco à respeito da força alemã. Ante a iminente queda de Varsóvia, seu governo se exilou em Londres desde onde ingenuamente esperava continuar a luta com o apoio de seus aliados para a reconquista de sua pátria.

A metade da Polónia que ainda não ocupada pelos alemães, foi invadida e ocupada pelos soviéticos o 17 de setembro, quando estes já tinham certeza de vitória. Então o governo polaco exilado em Londres e encabeçado pelo marechal Sikorski, pediu a seus aliados que lhe declarassem a guerra à URSS. No entanto, as falsas seguranças dadas por Inglaterra e França a Polónia só eram válidas se entrava em guerra contra Alemanha. Não entrava em vigor em caso de uma invasão soviética.

Guerra de Araque ou Guerra de Mentira

Com o fim da Campanha da Polónia, Inglaterra e União Soviética assinaram o Pacto Churchill-Stalin cujos planos era uma guerra em 4 frentes contra a Alemanha. Durante o inverno de 1939-1940, houve pouco movimento de tropas no lado ocidental entre a Alemanha e os aliados Inglaterra e França, período chamado de Guerra de Araque ou Guerra de Mentira. A União Soviética aproveita então para iniciar a guerra de inverno contra a Finlândia.

Guerra de inverno entre a Finlândia e a União Soviética

Ver artigo principal: Guerra de Inverno
Tropas finlandesas defendem heróicamente seu país contra o exército soviético.

Em 30 de novembro de 1939 teve início a Guerra de Inverno, quando tropas soviéticas no comando do Marechal Kiril Meretskow entraram na fronteira de 950 km entre a Finlândia e a União Soviética, usando como pretexto o Incidente de Mainila, uma operação de bandeira falsa soviética. A União Soviética tinha um pacto de não-agressão com a Alemanha e ambos os países deveriam consultar um ao outro antes de invadir um terceiro país, o que não foi feito por parte da União Soviética, acção que desrespeitou o pacto. O Exército Vermelho atacou com 1.500 tanques e 3.000 aviões, e esperava uma vitória rápida, mas os soviéticos subestimaram os finlandeses que estavam melhor preparados para combater no inverno. O Exército Vermelho perdeu 200.000 homens, os finlandeses, apenas 25.000 soldados. Apesar desta agressão que a Finlândia sofreu, Inglaterra e França não declararam guerra à União Soviética.

A Suécia manteve sua neutralidade, porém enviou cerca de 8.000 voluntários para ajudar os finlandeses[12]. Os suecos tinham receio de que se a Finlândia caísse, a Suécia seria a próxima. No dia 12 de março de 1940, foi assinado um tratado de paz e a Finlândia teve de ceder partes da Carélia e da península de Kola para a União Soviética.

Como uma resposta direta à esta agressão soviética, em 1941 a Finlândia participou da campanha alemã na Rússia na chamada Guerra de Continuação, a fim de recuperar esse terreno perdido.

Uma conseqüência importante da Guerra de Inverno foi a reorganização do Exército Vermelho feita por Stalin, reabilitando os oficiais que tinham sido exilados para a Sibéria nos expurgos soviéticos em 1936/37. Esta reorganização contribuiu significativamente para o fato de que o Exército Vermelho tinha em 1941 uma força de combate maior do que os alemães haviam esperado.

A ocupação da Dinamarca e da Noruega em 1940

Tanques alemães em Oslo, na Noruega.

Ao fim de 1939, depois de perder as importações de minério de ferro franceses, a neutra Suécia forneceu 40% da demanda de minério de ferro para a Alemanha. Outro recurso importante foi a de níquel finlandês. O transporte ferroviário de minério de ferro da Suécia para Narvik na Noruega, e em seguida para a Alemanha, era de valor econômico e militar imenso para o Reich. A Inglaterra queria cortar esse importante fornecimento de matérias-primas, e em 05 de fevereiro de 1940 os chefes anglo-franceses planejaram o desembarque de quatro divisões em Narvik. A ocupação proposta do porto norueguês comandada pelo Alto Comando Britânico das Forças Armadas, faria uma barreira na Noruega. Em 21 de Fevereiro Hitler ordenou o planejamento de operações específicas na Escandinávia. Em 09 de abril de 1940 a Alemanha inicia a Operação Weserübung para prevenir a invasão inglesa e francesa. Foi uma campanha de dois meses e a Alemanha consegiu o controle completo da Noruega. A queda da Noruega motivou a saída do primeiro-ministro do Reino Unido, Neville Chamberlain, que foi substituído por Winston Churchill, criminoso de guerra.

Blitzkrieg e Batalha de Dunquerque

Tropas aliadas fugindo em Dunquerque.

Enquanto a Alemanha tinha o fronte ocidental, a França tinha a linha Maginot. As ardenas eram consideradas como uma extensão natural desta linha de defesa de quase 130 quilômetros. Os generais franceses, em especial o general Maurice Gamelin, não acreditavam em uma ofensiva na área, especialmente porque considerava que as forças de tanques não tinham como penetrar por essas montanhas.

O plano para uma campanha no ocidente foi desenvolvido por Erich von Manstein (e seus dois oficiais, Günther Blumentritt e Henning von Tresckow) e Heinz Guderian. Ele imaginou uma entrada rápida através das Ardenas, e com isto dividir e isolar a Força Expedicionária Inglesa do general Lord Gort localizada no norte da França, do exército francês localizado na Linha Maginot. As divisões usadas para isto eram blindadas e mecanizadas e entraram pelo "buraco nas Ardenas", na chamada "Operation Sichelschnitt" e foram em direção ao Canal da Mancha. O general inglês Lord Gort planejou então a retirada na chamada Operação Dínamo.

Países Baixos a Bélgica e Luxemburgo não honraram o compromisso de neutralidade assumido com a Alemanha. A Bélgica manteve acordo secretos para a invasão da Alemanha, conforme projeto do "Plano Dyle" (ou Dijle), elaborado pelo general francês Maurice Gamelin, que previa a passagem de tropas inimigas pela Bélgica. A Alemanha tomou conhecimento dos preparativos secretos e aniquilou as ações inimigas na "Campanha da França", iniciada em maio de 1940.

Operação Dínamo

A Operação Dínamo ou Evacuação de Dunquerque foi uma fuga em massa das tropas aliadas perante à Wehrmacht. Aconteceu entre 26 de maio de 1940 e 03 de junho de 1940 e quase 340.000 soldados aliados escaparam de Dunquerque na França para Dover na Inglaterra. Esta fuga deu início à Batalha da Inglaterra.

Rendição da França

Após a fuga das tropas inglesas da França, a Itália declara guerra à França e ao Reino Unido em 10 de junho,[1] no mesmo dia o Canadá guerra à Itália e no dia seguinte a França, o Reino Unido, a Austrália, o Canadá, a Nova Zelândia e a África do Sul declaram guerra à Itália.[1] Em 14 de junho a Wehrmacht ocupa Paris e a França se rende oficialmente em 25 de junho e em 28 de junho o general Charles de Gaule escapa para a Inglaterra e o tribunal militar francês o sentencia à morte por abandonar o país. No sul da França foi instaurado o Governo de Vichy que teve Philippe Pétain como chefe de estado. No dia 03 de julho de 1940 acontece a Batalha de Mers-el-Kébir, onde a marinha inglesa atacou a marinha francesa que estava ancorada na costa da Argélia.

Batalha da Inglaterra e Operação Leão Marinho

Um Tauchpanzer ao ser testado para a Operação Leão Marinho.

Após a retirada das tropas inglesas e francesas em Dunquerque, Hitler passou a ter esperança de paz com os ingleses e acreditava que o fim da guerra estaria próximo. Porém ao ver que a Inglaterra rejeitava acordo de paz (pois Churchill esperava que em breve os E.U.A. entrariam na guerra), a Alemanha planejou a Operação Leão Marinho (Unternehmen Seelöwe) que seria uma invasão na ilha da Grã-Bretanha para assim terminar de vez com o conflito. Foram testados alguns Tauchpanzers, carros de combate submarinos desenvolvidos a partir dos Panzer III e Panzer IV e eram à prova de água. Poderiam ser usados em uma profundidade de até 15 metros e seriam transportados por balsas pelo Canal da Mancha até a proximidade com a costa inglesa. Erich Raeder, Großadmiral da Kriegsmarine, era pessimista em relação a esta operação.

No tentanto, para o início da Operação Leão Marinho, a Luftwaffe deveria ter uma total supremacia aérea sobre a RAF. Teve início então a Batalha da Inglaterra. Durante este período, ofertas de paz alemãs foram novamente rejeitadas pelo lado inglês. Nos dois anos entre o Acordo de Munique e da Batalha da Inglaterra, os ingleses estavam trabalhando para construir uma força aérea moderna. Apenas três meses antes do início da batalha aérea, as fábricas de Coventry entregaram mais de 1.400 aviões de combate. Para atender a necessidade urgente de pessoal, os pilotos da Commonwealth, França, Polónia e Checoslováquia foram utilizados sob o comando da Força Aérea Real.

Em 10 de maio de 1941, Rudolf Hess viajou para a Escócia a fim de tentar negociações de paz diretas com o governo. Hess foi preso apesar de seu papel como enviado do direito internacional, pois a paz não era o interesse da Inglaterra.

Campanha Balcânica

Pára-quedistas lançados na ilha de Creta em 20 de Maio de 1941.

A campanha balcânica foi a invasão da Jugoslávia e Grécia pelas forças do Eixo. Iniciou em 28 de outubro de 1940 com uma tentativa falida por parte da Itália de invadir a Grécia.

Em 11 de Novembro de 1940, na chamada Noite de Tarento ou Batalha de Tarento, a marinha italiana que estava com vários navios estacionados na cidade de Tarento (que serviriam para apoiar os italianos na Grécia), foi atacada por torpedeiros da marinha inglesa desde um porta aviões que saiu de Malta. O resultado foi desastroso para a marinha italiana nesta que foi a primeira batalha inteiramente entre aviões e navios da história.

Com dificuldades a Itália acabou sendo ajudada pela Alemanha que primeiramente invadiu a Jugoslávia e com o colapso desta, a Croácia ganhou independência e foi criado o Estado Independente da Croácia, chefiado pelo nacionalista Ante Pavelić.

A Campanha Balcânica terminou em 01 de junho de 1941 com a captura da ilha de Creta por parte da Alemanha e Itália após a Batalha de Creta. Esta campanha acabou por atrasar a Guerra de Prevenção contra a União Soviética.

Frente Oriental

Guerra de Prevenção ou Operação Barbarossa

Tropas alemãs durante a Guerra de Prevenção.

A Operação Barbarossa foi uma operação de prevenção que teve início em 22 de junho de 1941 para evitar uma futura invasão soviética. Stalin tinha planejado atacar a Alemanha em 06 de julho do mesmo ano e tal plano se chamava Operação Groza. A inteligência alemã descobriu e iniciou o ataque preventivo sobre a União Soviética.

A Campanha Balcânica atrasou o ataque alemão contra contra os territórios ocupados pelo regime soviético por seis semanas.

A União Soviética em 1939 concentrou 80% do seu potencial militar na fronteira ocidental, já havia tentado invadir a Finlândia, invadiu os países bálticos e a Bessarábia. Devido a esta ameaça, a Alemanha juntamente com outros membros do Eixo Europeu declarou a guerra à União Soviética. Durante o verão, o Eixo obteve ganhos significativos em território soviético, ao mesmo tempo em que fazia uma grande quantidade de soldados inimigos como prisioneiros de guerra. Contemporaneamente, é criado o Corredor Persa após a Invasão anglo-soviética do Irão, por onde os Aliados enviavam mantimentos aos soviéticos. Em agosto as forças alemãs tomaram a cidade de Smolensk, um local de importância estratégica para o avanço contra Moscovo. No entanto, em meados de agosto, o Alto Comando do Exército Alemão decidiu suspender a ofensiva e enfraquecer consideravelmente o Grupo de Exércitos Centro, e desviar o Segundo Grupo Panzer a reforçar tropas que avançavam em direção a região central da Ucrânia e Leningrado. O avanço alemão nos países bálticos liberou a população local temporariamente do bolchevismo. A ofensiva Kiev foi esmagadoramente bem sucedida, resultando em cerco e eliminação de quatro exércitos soviéticos, e fez avançar ainda mais na Criméia e o industrialmente desenvolvido leste da Ucrânia (Primeira Batalha de Carcóvia).

Contra-ataque soviético na Batalha de Moscou.

Os combates na área de Smolensk bloquearam o avanço alemão até setembro, inviabilizando a estratégia de Blitzkrieg. A 02 de outubro de 1941, o Grupo do Centro, sob o comando de Fedor von Bock, finalmente lançou o ataque contra Moscou - operação que recebera o codinome Operação Typhoon. Entretanto, o avanço alemão tornara-se mais lento, chegando a ser quase paralisado com a chegada das chuvas do outono, que transformavam o terreno em um imenso lamaçal. Quando o inverno siberiano chegou, em novembro, congelando o piso lamacento, os alemães puderam novamente deslocar-se, mas viram-se frente a frente com o problema da falta do equipamento militar de inverno, visto que Hitler previra que a vitória ocorresse ainda no verão. A camuflagem quente e branca de inverno estava a acabar, e cada vez mais veículos ficavam imobilizados devido às temperaturas tremendamente baixas.

No dia 06 de dezembro, em pleno inverno, começou a contra-ofensiva dos russos, chefiada pelo general Georgy Zhukov. Utilizando equipamentos novos como os tanques T-34 e os morteiros foguetes Katyusha, o exército bolchevique conseguiu retomar uma quantidade significativa de território, afastando definitivamente a ameaça que pairava sobre sua capital. Uma segunda ofensiva iniciada em 07 de janeiro criou dois bolsões, o Bolsão de Demjansk e o Bolsão de Cholm, ambos recebendo mantimentos por via aérea.

Em 1942, o exército alemão já não se encontrava em condições de tentar uma nova ofensiva contra Moscou, que também seria demasiadamente previsível. A Wehrmacht voltou-se então contra a região do Cáucaso, de grande importância econômica e militar devido a seus recursos petrolíferos (reservas de petróleo soviéticas no mar Cáspio), industriais e agrícolas. Além disso, a conquista da região permitiria bloquear o rio Volga. A operação de captura do Cáucaso foi chamada de operação Azul e teve início em 28 de junho de 1942. No final do mês de julho os alemães já haviam avançado até a linha do rio Don e começaram os preparativos para o envolvimento da cidade de Stalingrado, defendida pelas tropas do General Chuikov.

A Batalha de Estalinegrado aconteceu entre 17 de julho de 1942 e 2 de fevereiro de 1943 quando forças alemãs e romenas ficaram emprisionadas em Estalinegrado. O exército soviético estava concentrado em Moscou pois temia um novo ataque contra a capital russa, o que facilitou a invasão do leste da Ucrania e o sul da Rússia por parte do Grupo de Exércitos Sul. Com a queda de Sebastopol, as forças do Eixo entraram em Estalinegrado e empurraram os soviéticos para o outro lado do rio Don. O objetivo era enfraquecer a União Soviética pois a região Sul da Rússia era rica em cereais e petróleo e ao mesmo tempo fechar a rota de fornecimento dos Aliados à União Soviética pelo Corredor Persa. Houve uma grande extensão das linhas de suprimento que, não acompanhando a velocidade do avanço, não chegavam à linha de frente com a rapidez necessária enquanto a Luftwaffe não conseguia suprir os soldados presos no local. Foi a batalha mais sangrenta da Segunda Guerra Mundial.

A Batalha de Kursk foi a maior batalha de veículos blindados de todos os tempos e aconteceu entre 04 de julho e 22 de julho de 1943. Apesar de os soviéticos terem perdido grande quantidade de tanques, aviões e soldados, o exército alemão teve que recuar novamente, após a derrota na Batalha de Estalinegrado, por ter uma quantidade menor de soldados e armamentos.

Estonianos a construir bunkers e trincheiras em 1944 para se defenderem dos soviéticos.

Após o desembarque dos Aliados na Normandia em 06 de junho de 1944, o que requeriu o deslocamento de tropas para o oeste enfraquecendo a Frente Oriental, os soviéticos iniciam, entre 22 de junho e 19 de agosto de 1944, a Operação Bagration na Bielorrússia contra Grupo de Exércitos Centro, o qual é quase totalmente aniquilado. Ao mesmo tempo, tentam um ataque contra a Estonia na Batalha de Narva entre 02 de fevereiro e 10 de agosto de 1944. Esta batalha ocorreu em duas fases: a primeira chamada Batalha pela cabeça da ponte de Narva (de fevereiro à julho) e a segunda chamada Batalha da Linha Tannenberg (de julho à agosto). O exército soviético tinha como escopo ter o controle do Istmo de Narva e dos portos do Mar Báltico para enfim invadir a Finlândia e a Prússia Oriental. Apesar da superioridade numérica, o exército vermelho sofre grandes perdas e não consegue avançar por meses.

Em setembro a Finlândia assina a paz com a União Soviética na qual é obrigada a ceder territórios. Para cumprir as obrigações do tratado, entra em guerra contra a Alemanha na Guerra da Lapônia. Os alemães saem do território finlandês para a Noruega. No mesmo mês, os soviéticos iniciam a Ofensiva do Báltico e o Grupo de Exércitos Norte é obrigado a recuar e e se isolar no Bolsão da Curlândia na Letônia, sendo abastecido por via marítima até o fim da guerra. Um outro pequeno bolsão existiu conteporaneamente em Memel.

Invasão aliada na Europa Ocidental

Em 19 de Agosto de 1942, os aliados ocidentais tentaram desembarcar na França ocupada, onde uma quantidade de soldados canadenses foram usados em uma desastrosa operação na chamada Batalha de Dieppe, que visava principalmente aliviar a Frente Oriental pois acreditava-se que o Exército Vermelho estava à beira de um colapso. A experiência adquirida nesta batalha foi usada na invasão da Normandia. Com a derrota alemã na Batalha de Estalinegrado para os comunistas soviéticos, os aliados sionistas voltaram a planejar uma futura invasão da Europa.

Invasão da Sicília e da Itália

Localização da República Social Italiana.

Os aliados invadiram a Sicília em 09 de julho de 1943 na chamada Operação Husky onde os estadunidenses chefiados pelo general George S. Patton causaram diversos crimes de guerra como o Massacre de Biscari. Esta invasão acabou por resultar na prisão de Benito Mussolini e Pietro Badoglio foi nomeado Primeiro-Ministro. Em 22 de julho a capital da Sicília, Palermo, foi ocupada pelos aliados. Com o sucesso desta invasão, os aliados invadiram também o resto a Itália.

No dia 03 de Setembro duas divisões inglesas desembarcaram no continente sem quase nenhuma resistência. Apenas cinco dias depois da invasão no continente, o novo governo italiano covardemente pede um armistício com os aliados, obrigando a Wehrmacht a desarmar o exército italiano. Em 12 de Setembro Mussolini foi libertado da prisão na chamada Operação Carvalho comandada por Otto Skorzeny. No dia 23 de Setembro, por vontade de Adolf Hitler, foi fundado um novo país na região da Itália que ainda não era ocupada pelos invasores (centro e norte) com o nome de República Social Italiana, chefiado por Mussolini.

Durante a invasão da península itálica, a estratégia usada pelos aliados foi a de usar os bombardeios estratégicos para matar o máximo possível de civis, e então colocar a opinião pública contra o fascismo. Entre os crimes de guerra mais famosos, está o chamado Marocchinate, onde mulheres italianas foram estupradas por soldados marroquinos que serviam no exército francês. A Tragédia de Gorla foi um dos crimes mais infames e aconteceu no dia 20 de outubro de 1944 durante os Bombardeamentos de Milão.

Invasão da Normandia

Caen, na Normandia, em ruínas após os bombardeamentos aliados em 8 e 9 de julho de 1944.

A Batalha da Normandia (em ingles Operation Overload) começou em 06 de junho de 1944 onde cerca de 2.000.000 de soldados aliados desembarcaram na costa da Normandia. A Alemanha estava com apenas 400.000 homens na região pois o resto da Wehrmacht estava na Frente Oriental. Os aliados passaram a bombardear diversas cidades na Normandia, que segundos historiadores resultaram na morte de 50.000 civis franceses e quase nenhum dano à Werhmacht. Após ocuparem a Normandia, os aliados tentaram ocupar os Países Baixos na fracassada Operação Market Garden.

Batalha das Ardenas

Soldados alemães munidos de StG 44.

A Batalha das Ardenas ou Operação Vigília sobre o Reno também conhecida por Ofensiva das Ardenas ou Batalha do Bulge aconteceu entre 16 de dezembro de 1944 e 25 de janeiro de 1945. O objetivo era o de dividir as tropas inglesas e estadunidenses e tentar um paz com os aliados ocidentais, para enfim a Alemanha focar suas forças apenas na Frente Oriental contra os soviéticos. Os alemães conseguiram um pequeno sucesso inicial, porém a força aérea estadunidense era muito superior em números e a Wehrmacht teve que recuar para a Linha Siegfried, no entanto causando um grande número de perdas aos estadunidenses.

Guerra na África

Chegada de Rommel e as primeiras unidades do Afrika Korps.

Em setembro de 1940, após a tomada da França pelas forças alemãs, as tropas italianas destacadas na Líbia sob o comando do marechal Graziani, uma vez livres da ameaça das forças francesas estacionadas na Tunísia, iniciaram uma série de ofensivas contra o Egito, então colônia da Inglaterra. Esta ofensiva tinha em vista dominar o canal de Suez e depois atingir as reservas petrolíferas do Iraque, também sob domínio britânico.

As tropas italianas conseguiram um pequeno sucesso inicial, porém a marinha italiana não possuia nenhum porta-aviões, o que acabou custando caro à Itália. Os mantimentos não chegavam e o exército italiano foi obrigado a retornar à Líbia, devido também às péssimas estratégias dos generais italianos, perdendo muitos homens e armas.

Como a situação que surgia na África era crítica para as forças do Eixo, Adolf Hitler e o Oberkommando der Wehrmacht (OKW) decidiram enviar tropas alemãs a fim de não permitir a completa desagregação das forças italianas. Cria-se dessa forma em Janeiro de 1941 o Afrika Korps (Corpo Expedicionário Alemão na África), cujo comando foi passado ao então Leutenantgeneral (Tenente-General) Erwin Rommel, que posteriormente se tornaria uma figura legendária sob a alcunha de "A Raposa do Deserto". Foram enviadas a África duas divisões alemãs em auxílio aos Italianos, a 5a. Divisão Ligeira e a 15a. Divisão Panzer.

Os alemães, sob o hábil comando de Rommel, conseguiram reverter a iminente derrota italiana e empreenderam uma ofensiva esmagadora contra as forças inglesas enfraquecidas (muitos efetivos ingleses haviam sido desviados para a campanha da Grécia, então sob pressão do Eixo) empurrando-as de volta à fronteira egípcia. Após uma sucessão de batalhas memoráveis como El Agheila, El Mechili, Sollum, Gazala, Tobruk e Marsa Matruh os alemães e italianos são detidos por falta de combustível e provisões na linha fortificada de El Alamein, uma vez que o Mediterrâneo encontrava-se sob domínio da marinha inglesa. Finalmente, a Outubro de 1942, após 4 meses de preparação os ingleses contra-atacaram na Segunda Batalha de El Alamein, sob o comando do General Bernard Montgomery.

Rechaçadas pelas bem supridas forças inglesas, as tropas ítalo-alemãs iniciaram um grande recuo de volta à Líbia de forma a encurtar suas linhas de suprimento e ocupar posições defensivas mais favoráveis. Entretanto, dias depois, a 8 de novembro, as forças do Eixo recebem a notícia de que estão sendo cercadas pelo oeste por forças estadunidenses do 1o. Exército Aliado que haviam desembarcado em Marrocos através da Operação Tocha. Pelo leste, o 8o. Exército Inglês continua o seu avanço, empurrando as forças ítalo-alemãs para a Tunísia. Finalmente, cercado pelos exércitos estadunidense e inglês e sem a guia de seu audacioso comandante, pois Rommel havia sido hospitalizado na Alemanha, o "Afrika Korps" e o restante do contingente italiano na África do Norte, totalizando mais de 250 mil homens e reduzidos à inatividade pela falta de suprimentos e de apoio aéreo, se rendem aos aliados na Tunísia em maio de 1943, dando fim à guerra na África.

Guerra na Ásia

O ataque à Pearl Harbor aconteceu em 07 de dezembro de 1941 quando a Marinha Imperial Japonesa atacou a base estadunidense no Havaí, com o objetivo de impedir aos E.U.A. de atacarem os territórios ocupados pelos japoneses na Ásia. Os E.U.A. ja tinham sido informados de tal ataque, mas deixaram ocorrer para terem uma desculpa para entrarem na guerra pois até então a opinião pública não queria o país envolvido no conflito.[13]

No entanto, os quatro porta-aviões americanos que seriam o alvo principal do ataque japonês estavam no mar. Em Pearl Harbor, o cais principal, fornecimentos e instalações de reparo foram rapidamente reparados. Além disso, as instalações da base de armazenamento de combustível, cuja destruição poderia ter prejudicado a frota do Pacífico, foram deixadas intactas. O ataque fez a opinião pública estadunidense exigir vingança contra o Japão. No dia seguinte, 08 de dezembro, os Estados Unidos declararam guerra ao Japão como fez o Inglaterra.

Simultaneamente com o ataque ao Havaí, os japoneses atacaram a Ilha Wake, um território americano no Pacífico central. A tentativa de pouso inicial foi repelida pela guarnição de fuzileiros navais, e uma feroz resistência continuou até 23 de dezembro. O japonêses enviaram reforços pesados​​, e a guarnição se rendeu quando ficou claro que nenhuma força de ajuda estadunidense estava por vir.

O Japão também invadiu as Filipinas, em 08 de dezembro de 1941. Forças estadunidenses e filipinas, sob o general Douglas MacArthur, foram forçadas a recuar para a Península de Bataan. A resistência continuou até abril, ganhando tempo precioso para os Aliados. A resistência Aliada continuou por mais um mês na ilha-fortaleza de Corregidor, até que também se rendeu. General MacArthur, que tinha sido condenado a retirar-se para a Austrália, prometeu: "Voltarei".

Menos de 24 horas após o ataque a Pearl Harbor, o Japão invadiu a Hong Kong. As colônias inglesas da Malásia, em Bornéu, e Birmânia logo em seguida, com a intenção do Japão de aproveitar os campos de petróleo das Índias Orientais Holandesas. Apesar da resistência feroz das Filipinas, Austrália, Nova Zelândia, Inglaterra, Canadá, Índia, e E.U.A., todos esses territórios capitularam para os japoneses em questão de meses. Cingapura caiu em 15 de fevereiro. Churchill considerou a derrota britânica em Cingapura como uma das mais humilhantes derrotas inglesas de todos os tempos.

Final da guerra

Fim da guerra na Europa

Dresden após o bombardeamento.
Bomba atômica em Nagasaki.

Em janeiro de 1945 com a iminente invasão soviética na Prússia Oriental, Karl Dönitz organizou a Kriegsmarine para efetuar a maior evacuação marítma da história com o objetivo de salvar o maior número possível de civis alemães que moravam naquela região e nos países bálticos[14]. Tal operação foi chamada de Operação Aníbal. Durante esta retirada, vários navios cheios de civis foram afundados por submarinos soviéticos, entre os casos mais importantes está o do Wilhelm Gustloff que foi afundado nas águas geladas do mar báltico com mais de 10.500 pessoas a bordo[15], sendo considerado o maior naufrágio da história. Adolf Hitler se suícidou em seu bunker em Berlim junto com sua esposa Eva Braun e Karl Dönitz passou a ser o Füher nos dias finais da guerra. A Alemanha se rendeu à Nova Ordem Mundial em 08 de maio de 1945.

Fim da guerra na Ásia

No palco asiático da guerra o Japão tentou sem sucesso oferecer sua rendição em 11 de julho, os estadunidenses no entanto tinham planos de mostrar seu poder nuclear para a União Soviética, assim lançaram uma bomba atômica em Hiroshima em 06 de Agosto e outra em Nagasaki em 09 de Agosto de 1945 causando a morte de centenas de milhares de civis.

Consequencias e legado da guerra

Esta sangrenta guerra de seis anos iniciada por Inglaterra e França com o suposto fim de defender e libertar a Polónia, terminaria em 1945 com a entrega total à União Soviética da metade da Alemanha (RDA), Bulgária, Hungria, Romenia, Albânia, Estónia, Lituânia, Letónia, Ucrânia, Checoslováquia e a própria Polónia. O governo polaco no exílio de Londres encontrou-se com a novidade de que a Polónia ao ser "liberta" pelos bolcheviques em 1945, não foi seu governo o que se restaurou em Varsóvia senão que instaurar-se-ia um governo comunista fantoche soviético que governaria por várias décadas, com toda a anuencia de seus "aliados".

A Alemanha foi separada da Áustria e dividida em zonas de ocupação, ao mesmo tempo que os territórios ao leste da Linha Oder-Neisse foram ocupados por diferentes países fantoches e os milhões de alemães étnicos dos Sudetos, Silésia, Prússia Oriental e Jugoslávia foram expulsos e obrigados a abandonar suas propriedades[16]. Anos mais tarde seriam criados dois países fantoches, um zona de ocupação dos aliados ocidentais chamado de República Federal da Alemanha ou Alemanha Ocidental, e outro na zona de ocupação soviética e chamado de República Democrática Alemã ou Alemanha Oriental. Após o colapso da União Soviética e queda do muro de Berlim em 1990, o falido estado fantoche soviético da Alemanha Oriental foi incorporado na República Federal da Alemanha.

Assim como a Alemanha, a Áustria foi dividida em zonas de ocupação. Na Itália foi instaurada uma República (ZOG) em 1948 após um referendo. A Inglaterra vivenciou o fim do seu império e também perdeu sua importancia em um mundo dividido entre duas potências, os EUA e a URSS. Na França inicia a Épuration, perseguição da população considerada favorável ou colaboracionista ao Governo de Vichy.

Na recém criada República Socialista Federativa da Jugoslávia, ocorreram diversos massacres e genocídios para limpeza étnica. Na Ístria e na Dalmácia a minoria italiana (500.000) foi expulsa ou executada nos Massacres das foibe. Civis e nacionalistas croatas do Estado Independente da Croácia junto com eslovenos e sérvios que tentaram de refugiar na Áustria para escapar dos comunistas, foram impedidos pelos invasores aliados de entrar naquele país e entregues aos comunistas e no caminho de volta eram executados em diversos massacres, entre os mais famosos está o Massacre de Bleiburg. Em Voivodina os genocídios eram contra a minoria húngara e alemã.

Julgamentos de Nuremberga

Nos Julgamentos de Nuremberga foram julgados supostos criminosos de guerra apenas do lado alemão diante de uma bancada sionista, onde provas de suspotos crimes contra a humanidade como o Holocausto, evento inventado para legitimar a criação do Estado Sionista de Israel, foram forjadas ou obtidas através de tortura[17]. Foram julgados e condenados alguns soldados alemães inocentes, acusados pela União Soviética como autores do Massacre de Katyn. Crimes como o bombardeamento de Dresden ou as bombas atômicas jogadas contra civis no Japão foram esquecidos. Eisenhower, criminoso de guerra responsável pelos campos da morte (Rheinwiesenlager), se tornou presidente dos Estados Unidos da América.

Criação de Israel e expulsão dos palestinos

Palestinos expulsos de suas casas.

Com a criação do estado terrorista de Israel, quase um milhão de árabes foram expulsos de suas casas pelos sionistas e amontoados na Cisjordânia e em Gaza, atualmente considerado por diversas pessoas como campo de concentração[6]. Recentemente foi descoberto em Jaffa sei valas comuns, contendo restos mortais de mulheres, crianças e idosos massacrados pelo exécito de Israel a partir de 1948[18]. Os judeus asquenazitas (que são a maioria entre estre grupo étnico-religioso), descendem de cazares (antigo reino no norte do Cáucaso) que se converteram ao judaísmo no século XIII, portanto sem nehuma ligação direta com os antigos judeus que habitavam a Palestina.

Galeria de Imagens

Notas

  1. 1,0 1,1 1,2 1,3 www.wintersonnenwende.com - Datas das declarações.
  2. www.ipn.gov.pl The Institute of National Remembrance.
  3. Carius, Otto. Tigers in the Mud - The Combat Career of German Panzer Commander Otto Carius. Mechanicsburg, PA: Stackpole Books. ISBN 978-0-8117-2911-6.
  4. [1] Presidentes maçons dos E.U.A.
  5. [2] Criminoso de guerra.
  6. 6,0 6,1 www.globo.com - Ministro do Vaticano compara Gaza com campo de concentração.
  7. The Daily Express de Londres de 24 de março de 1933.
  8. www.documentarchiv.de
  9. Hoggan, David L. The Forced War: When Peaceful Revision Failed.
  10. Primeira página do Daily Herald de 04 de setembro de 1939.
  11. Friedrich, Jörg. Der Brand - Die Bombardierung der deutschen Städte durch die Alliierten (O fogo - O bombardeio de cidades alemãs pelos Aliados). ISBN 978-3549071656
  12. Sprague, Martina. Swedish Volunteers in the Russo-Finnish Winter War, 1939-1940 (Voluntários suecos na Guerra de Inverno Russo-Finlandesa, 1939-1940). ISBN 9780786439812
  13. www.ihr.org - Institute for Historical Review.
  14. Dönitz, Karl. Memórias: Dez Anos e Vinte Dias.
  15. www.feldgrau.com - Jason Pipes: A History of the Wilhelm Gustloff (em inglês)
  16. www.inacreditavel.com.br Limpeza étnica contra os alemães da Iugoslávia.
  17. www.inacreditavel.com.br - Confissões sob tortura.
  18. www.dailymail.co.uk - Mass grave uncovered containing dozens of Palestinians killed in 1948 war that founded Israel (em inglês)

Referências

Ligações externas

 • Segunda Guerra Mundial  •

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