Seis milhões

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O termo "Seis milhões" simboliza no sionismo a quantidade de judeus que, em diferentes épocas e lugares, teriam sido vítimas de sofrimentos incomensuráveis que os teriam levado muitas vezes à morte por diversas formas, como por inanição ou por assassinatos variados.

Este termo com significado específico relacionado a judeus, foi utilizado por sionistas desde o século II da era cristã. Atualmente porém, a historiografia usa este número em relação à tese do genocídio de judeus, imputado aos alemães e ao nacional-socialismo. No pós-guerra recebeu a denominação de "holocausto", e com este mote é globalmente difundido pelos historiadores e pela mídia.

A constância da acusação veiculada pela mídia internacional a impôs à consciência e sub-consciência coletiva, e é utilizada como elemento e função na hostilidade e no combate, principalmente contra a ideologia dita de "direita". Como parte desta "guerra contra a direita", a veiculação visa concomitantemente a obtenção do apoio moral e financeiro a favor dos interesses do judaísmo em geral. Anteriormente esta simbologia (por exemplo), visava os interesses judeus na Europa oriental (Revolução Russa).

"A revolução russa é possivelmente o mais importante acontecimento da história judaica desde que sua raça foi liberada da escravidão"
("The Russian revolution is possibly the most important event in Jewish history since the race was brought out of slavery". - Jacob Schiff)

Mais recentemente visava os interesses judeus na sua imigração em massa na Palestina.

Em desconhecimento da realidade, historiadores fiéis aos valores impregnados à mentalidade moderna, propagam que o número cabalístico de 6.000.000 de judeus assassinados teria sido mencionado pela primeira vez diante do Tribunal de Nuremberga, por Wilhelm Höttl, que por sua vez, o teria ouvido de Adolf Eichmann [1][2]

Índice

A História dos Seis Milhões

Os Seis milhões no século II

Já durante a revolta de Bar-Kochba (Rebelião judaica sob liderança de Simon bar Kochba contra o império romano de 132 a 135 DC) reclama-se da matança de 6.000.000 de judeus [3]

"Ocorreu um terrivel banho de sangue do qual se salvaram apenas algumas centenas de milhares (de pessoas); escondidas em cavernas e em profunda solidão, alimentavam-se de cadáveres e de sangue; apenas após alguns anos arrriscaram-se novamente a abandonar seus esconderijos. Mais de 6.000.000 de judeus encontraram a morte naqueles tempos. No Talmud lemos que o sangue jorrou qual ondas até ao mar, a uma milha de distância".

Os Seis Milhões no século XX

Já antes da Primeira Guerra Mundial houve constantes menções a pretendidas 6.000.000 de vítimas:

  • Em 11 de junho de 1900 foi publicado no New York Times uma reportagem sobre uma convenção sionista realizada sob patrocínio da Federation of American Zionists, na qual relacionou-se pela primeira vez (provavelmente), em público o número de 6.000.000 de judeus como vítimas de grande sofrimento. Conforme a reportagem, tal declaração teria sido dada em palestra por Stephen Samuel Wise, destacado representante do American Jewish Congress.[4]
"Existem 6.000.000 de argumentos vivos, sangrentos e sofredores a favor do sionismo".
("There are 6,000,000 living, bleeding, suffering arguments in favor of Zionism").


  • Em 1902, novamente o número de 6.000.000 aparece na décima edição da Encyclopaedia Britannica, sob o verbete "Antisemitismo":
"Enquanto houver mais de 6.000.000 de judeus sendo aviltados na Romênia e na Rússia, que constantemente transbordam as fronteiras ocidentais, continuará a existir a questão judaica na Europa [...]"
("While there remain in Russia and Rumania over six millions of Jews who are being systematically degraded, and who periodically overflow the western frontier, there must continue to be a Jewish question in Europe; and while there are weak governments, and ignorant and superstitious elements in the enfranchized classes of the countries affected, that question will seek to play a part in politics".)[5]


  • Conforme fontes judaicas de 1869[6] e de 1889, [7] existiram mundialmente 6.000.000 de judeus. Conforme a enciclopédia Meyers Grosses Konvesations-Lexikon, viviam na Russia e Romênia em 1905, 5.350.000 de judeus. [8]


  • Na edição de 1911 da Encyclopaedia Britannica continuavam a constar 6.000.000 de judeus. [9], porém na enciclopédia Brockhaus informava-se a existência global de 7.500.000 de judeus. [10].


  • Outrossim, o jornal New York Times publicou em 27 de novembro de 1902 uma carta do leitor Samuel W. Goldstein, com o título Plea for Zionism (Intercessão para o sionismo). Em certo trecho da carta o leitor interpela um suposto crítico do sionismo:
"Possue o Sr. Silverman procuração dos 6.000.000 de judeus na Rússia , 300.000 romenos e dos 1.000.000 na Galícia ?" [11]


  • Em 29 de janeiro de 1905, o New York Times reportou uma pregação do rabino M.H. Harris no Israel Tempel, sob o título: End of Zionism, maybe.[12]
Harris esclarece que uma Rússia livre e feliz com seus 6.000.000 de judeus pode significar o fim do sionismo, pois o fim da autocracia praticamente eliminaria as causas que levaram à existência do sionismo.
Palestra de Paul Nathan em 25/03/1906 : 6.000.000 judeus


  • Em 25 de março de 1906 o New York Times publicou uma palestra de Paul Nathan na Alemanha , novamente com menção dos 6.000.00 de judeus:
"Assombrosos relatos sobre as condições e o futuro de 6.000.000 de judeus na Rússia, foram prestados em Berlim no encontro anual do “Central Jewish Relief League of Germany” em 12 de março por Paul Nathan., um conhecido publicista, que retornou de uma ampla viagem pela Rússia [...] Ele deixou São Petersburgo com a firme convicção de que a estratégia analisada pelo governo Russo para a “solução “ da questão judaica consiste no assassinato e sistemático extermínio."
("STARTLING reports of the condition and future of Russia´s 6,000,000 Jews were made on March 12 in Berlin to the annual meeting of the Central Jewish Relief League of Germany by Dr. Paul Nathan, a well known Berlin publicist, who has returned from an extensive trip through Russia [...] He left St. Petersburg with the firm conviction that the Russian Government's studied policy for the ‚solution‘ of the Jewish question is systematic and murderous extermination".) [13]
Como prova desta tese, Nathan leu para o público a afirmação do artigo de uma suposta circular enviada à guarnição em Odessa, convocando os soldados a
"levantar-se e esmagar os traidores que conspiram contra o sagrado governo do Czar, intentando substituí-lo por um império judaico."
("rise and crush the traitors who are plotting to upset the holy government of the Czar and substitute for it a Jewish empire.")[13]
Nathan finalizou sua palestra exortando o sistema financeiro judaico internacional a ordenar ao governo russo a reversão destas ações. A intervenção judaica obteve sucesso, eis que os bolcheviques aniquilaram o czarismo e fundaram a União Soviética, da qual o primeiro Chefe de Estado foi o judeu Jakow Michailowitsch Swerdlow (de 21/11/17 a 16/03/19).


  • De 09 a 15 de agosto de 1911 realizou-se em Basileia o 10ª. Congresso Sionista. Neste congresso, Max Nordau, co-fundador da Organização Sionista Mundial e médico particular de Theodor Herzl, lamentava em sua palestra, publicada em 18 de agosto no Jewish Chronicle de Londres, [14] em 01 de setembro no Jewish Criterion de Pittsburgh,[15] e em 09 de setembro no Reform Advocate de Chicago: [16]
"Em diversas grandes cidades, amplas bibliotecas são fundadas para a difusão da cultura. Ótimo ! Belíssimo ! Porém, virtuosos governos que se dedicam com tão nobre zelo à propagação da paz eterna, aquiesceram à ruína de 6.000.000 de seres vivos -, aquiesceram, e ninguém, exceto as vitimas levantou uma voz contrária, embora isto seja um crime maior que qualquer guerra, pois ainda nenhuma guerra destruiu 6000.000 de vidas humanas. A administração dos hero funds e os seus rendimentos são distribuidos nas mãos de autoridades que favoreceram o massacre de judeus, isto se não o provocaram diretamente, e nas grandes bibliotecas criadas por filantropos, estudantes lêem com apaixonada energia as histórias sobre rituais assassinos, escritos por idiotas, lunáticos e biltres em tempos antigos e modernos".
("In numerous great cities rich libraries are founded for the spread of culture. Very fine! Very beautiful! But virtuous Governments which work with such noble zeal for the spread of eternal peace acquiesce in the downfall of six million creatures––acquiesce, and no-one, except the victims, raise a voice against it, although this is an incomparably greater crime than any war, for no war has ever yet destroyed six million human lives. The administration of hero funds and the distribution of the interest is laid in the hands of authorities who favor the massacre of Jews even if they do not themselves directly instigate them, and in the libraries founded by great philanthropists eager students read with passionate energy the ritual murder histories written by idiots, lunatics and rogues in ancient and modern times.")
  • Décadas depois, Ben Hecht, o chamado "Shakespeare de Hollywood" , publicou em 1961 o seu livro Perfidy. Nele lembrou da palestra de Max Nordau, de 1911, e a reproduziu levemente modificada, mas com o mesmo sentido, sem esquecer da cifra de 6.000.000 de judeus: [17]
"No Congresso sionista de 1911, 22 anos antes de Hitler chegar ao poder, e tres anos antes da Primeira Guerra Mundial, Nordau disse : como se atrevem os tagarelas, os espertos fofoqueiros oficiais a abrir suas mãos para gabarem-se do progresso [...] Aqui fazem conferências sobre a paz, palestrando contra a guerra [...] Mas os mesmos governos presunçosos que nobres e diligentes mostram-se ativos para estabelecer a paz eterna, preparam conforme confissão própria, a total destruição de 6.000.000 de pessoas, e embora isto seja um crime pior que qualquer guerra, ninguém exceto os próprios amaldiçoados, levantam sua voz em protesto."
(In the Zionist Congress of 1911, 22 years before Hitler came to power, and three years before World War I., Nordau said, ‚How dare the smooth talkers, the clever official blabbers, open their mouths and boast of progress. ... Here they hold jubilant peace conferences in which they talk against war. ... But the same righteous Governments, who are so nobly, industriously active to establish the eternal peace, are preparing, by their own confession, complete annihilation for six million people, and there is nobody, except the doomed themselves, to raise his voice in protest although this is a worse crime than any war ...)


  • Em 31 de outubro de 1911, o New York Times publicou:[18]
"Para uma sitemática opressão e perseguição, os 6.000.000 de judeus na Rússia são exlcuidos da lei".
(The 6,000,000 Jews of Russia are singled out for systematic oppression and for persecution due to process of law.“)


  • Em 1912, o American Jewish Year Book 5672 do American Jewish Committee afirmou:
"A Rússia, desde 1890, adaptou um plano para expulsar ou destruir 6.000.000 de pessoas do seu povo pelo único motivo delas rejeitarem tornar-se membros da igreja grega-ortodoxa e preferirem continuarem judeus.[19]
("Russia has since 1890 adopted a deliberate plan to expel or exterminate six millions of its people for no other reason than that they refuse to become members of the Greek Church, but prefer to remain Jews.")

Os Seis Milhões durante a Primeira Guerra Mundial

No New York Times de 2 de dezembro de 1914, o American Jewish Relief Committee solicita donativos para 6.000.000 de judeus, através de cheque para Felix M. Warburg.
Os patrocinadores financistas da revolução russa : Felix M. Warburg (1º.a esquerda); Jacob H. Schiff (1º. a direita); o fundador do Joint Distribuioton Committee , o Rabbi Aaron Teitelbaum (2º da esquerda) durante uma reunião do American Jewish Committee em 16 de agosto de 1918.
  • Em 02 de dezembro de 1914, quatro meses após o inicio da Primeira Guerra Mundial, o New York Times publicou uma convocação do American Jewish Relief Committee à doação para os judeus:[20]
"O American Jewish Relief Committee foi formado por mais de 100 organizações judaicas nacionais em 25 de outubro no templo Emanu-El, para chamar a a atenção sobre a situação de penúria de mais de 6.000.000 de judeus que vivem nas áreas em guerra. [...] O desastre, que aflige o mundo todo, recai em proporção maior sobre o povo judeu, do qual mais de 9.000.000 de pessoas vivem nos países em guerra, e mais de 6.000.000 destes na específica área em guerra, na Polónia, Galícia e toda a fronteira russa. Durante o Progrom russo, os judeus deste país contribuíram com aproximadamente $ 1.500.000 para o auxilio às vítimas. A atual calamidade é maior e requer maiores ajudas. Solicitamos [...] enviar seus cheques diretamente ao tesoureiro do American Jewish Committee, Felix M. Wartburg, 53, William Street, New York")
("The American Jewish Relief Committee, called into being at a conference of more than 100 national Jewish organizations which was held at Temple Emanu-El on Oct. 25 to consider the plight of more than 6,000,000 Jews who live within the war zone [...] The disaster, in which the whole world shares, falls with disproportionate weight upon the jewish people, more then nine millions of whom live in the countries at war and over six millions of these in the actual war zone in Poland, Galicia, and the whole Russian frontier. At the time of the Russian Progroms the Jews of this country contributed nearly $ 1,500.000 for the relief of the victims. The present calamity is vastly greater and requires, accordingly, greater measure of relief.[…] We ask you to […] send your checks or pledges direct to the Treasurer of the American Jewish Relief Committee, Felix M. Wartburg , 53, William Street, New York.


  • Em 28 de fevereiro de 1916 o New York Times menciona novamente os 6.000.000 de judeus, sob o título de: - "Schiff doa $ 25.000 a associação de imigração". - Neste texto, o termo Schiff refere-se a Jacob H. Schiff, uma das mais influentes pessoas nas finanças judaicas internacionais. A associação de imigração é a Hebrew Sheltering and Immigrant Aid Society: [21]
"Quase 6.000.000 de judeus estão arruinados na maior miséria moral e material[...] E o mundo silencia[...]"
(Nearly six million Jews are ruined." he said "in the greatest moral and material misery [...] And the world is silent [...])


  • Ainda o American Jewish Committee, sob a presidência de Jacob H. Schiff, mencionou os 6.000.000 de judeus em sua publicação The Jews in the Eastern War Zone, na qual consta à pag 19:[22]
"A Russia recebeu a maioria de sua população judaica em decorrência da divisão da Polónia de 1773 a 1795. [...] tratava os judeus com excepcional rudeza [...] Tendo sido confinados às províncias nas quais ocorreram as partições, criou-se um ghetto[...] convertido praticamente em uma colônia penal, na qual 6.000.000 seres humanos, culpados unicamente pelo fato de manterem sua fé judaica são compelidos a viver em imundície e miséria, num constante pavor de um massacre, sujeitos aos caprichos da polícia e à corrupção administrativa – ou seja – obrigados a viver sem direitos e sem status social".
("Russia acquired the great bulk of her Jewish population through the partitions of Poland, from 1773 to 1795. Strongly medieval in outlook and organization as Russia was at that time, she treated the Jews with the exceptional harshness which the medieval principal and policy sanctionded and required. By confining them to those provinces where they happen to live at the time of the partition, she created a Ghetto greater than any known to the Middle Ages; [...] she has virtually converted it into a penal settlement, where six million human beings guilty only of adherence to the Jewish faith are compelled to live out their lives in squalor and misery, in constant terror of massacre, subject to the caprice of police officials and a corrupt administration — in short, without legal right or social status.")


  • Os 6.000.000 de judeus, novamente relacionados com Stephen S. Wiese, Felix M. Warburg e Jacob H. Schiff , são mencionados na edição de 18 de outubro de 1918 no New York Times. Neste artigo, que trata de um plano do Joint Distribution Committee para "reconstruir a unidade judaica" solicitando contribuições pecuniárias a judeus e a não-judeus, lê-se: [23]
"6.000.000 de almas necessitarão de ajuda para retormar uma vida normal após o final da guerra[...] Comitê dos judeus americanos apresenta plano para a maior tarefa humanitária da História[...] 6.000.000 de judeus necessitam de ajuda.
("Six Million Souls Will Need Help to Resume Normal Life When War Is Ended. [...] Committee of American Jews Lays Plans for the Greatest Humanitarian Task in History. [...] 6,000,000 Jews Need Help")

A primeira utilização do termo "holocausto"

  • Em 31 de outubro de 1919 surgiu um artigo de Martin H. Glynn no The American Hebrew que pela primeira vez inovou na denominação da má sorte dos 6.000.000 de judeus. Neste artigou utilizou a palavra inglesa holocaust. Sob o titulo : “A crucificação dos judeus necessita findar”, (The Crucifixation of Jews Must Stop), escreve Martin H. Glynn:[24]
"6.000.000 de homens e mulheres estão morrendo por falta do essencial para a vida[…] E este destino os acomete sem sua culpa, sem transgressão das leis de Deus ou dos homens, mas devido a [...] sectária cobiça por sangue judeu. Nesta ameaça do holocausto da vida humana[...]"
("Six million men and women are dying from lack of the necessaries of life; [...] And this fate is upon them through no fault of their own, through no transgression of the law of god or men, but through the [...] bigoted lust for Jewish blood. In this threatened holocaust of human life [...]")

Os Seis Milhões entre as duas Guerras Mundiais

  • Após a revolução de outubro de 1917, e com a conseqüente substituição do governo russo por um governo judaico, passou-se a clamar devido o perigo que 6.000.000 de judeus corriam na Ucrânia e na Polónia. No dia 8 de setembro de 1919 novamente o New York Times informou sobre um congresso da Federation of Ukrainian Jews:[25]
"Manifestações em massa revela que 127.000 judeus foram mortos e 6.000.000 estão em perigo. [...] Os manifestantes mencionaram ocorrências no massacre em que foram mortos ou feridos 127.000 judeus [...] O presidente ( da Federation of Ukrainian Jews) reportou que havia 3.000.000 judeus na Ucrânia e a mesma quantidade na Polónia, que necessitavam de assistência da America.[...] Este fato de que a população de 6.000.000 de almas na Ucrãnia e na Polónia estão cientes, pelas palavras e atos sofridos, de que serão totalmente exterminados – este fato apresenta-se ao mundo como o maior problema dos dias atuais."
("Mass Meeting Hears That 127,000 Jews Have Been Killed and 6,000,000 Are in Peril. [...] Tales of massacres in which 127.000 Jews had either been killed or wounded during the last six month were told by the speakers [...] The President reported that there were 3,000,000 Jews in Ukrainia and a like number in Poland, all of whom were in need of assistance from America. [...] This fact that the population of 6,000,000 souls in Ukrainia and in Poland have recieved notice through action and by word that they are going to be completely exterminated - this fact stands before the whole world as the paramount issue of the present day")


  • Semelhantes chamadas por donativos e artigos apelativos às emoções e à bondade dos norte-americanos surgiram também em outros periódicos. Em 05 de outubro, a The Gazette Times publicou o texto a seguir, referente a uma campanha do Jewish War Relief Committe, do American Jewish Relief Committe e de outras organizações judaicas de ajuda: [26]
"Mais de 6.000.000 de homens e mulheres de idade avançada e crianças nas áreas fustigadas pela guerra são totalmente carentes, e na Europa Oriental há mais de 800.000 crianças sem outra fonte de recursos se não aquelas supridas pelo comitê de distribuição, aglutinador das diversas organizações judaicas de ajuda na América. [...] Entre os milhões que sofreram sob a ação dos opressores durante a guerra, ninguém padeceu mais que o judeu. Eles foram levados ao desespero pela fome, lhes foi negado o vestuário e abrigo e foram triturados entre as pedras do moinho, através da expulsão de seus lares e através da invasão externa. Neste momento 6.000.000 de judeus morrem de fome, e nada que não a generosidade do povo americano pode salvá-los. Esta é a primeira vez que a raça judaica fez ao público americano um apelo generalizado por ajuda.[...] O judeu contribuiu consideravelmente com o desenvolvimento e bem-estar de todas nações da terra. Nenhum povo foi mais patriótico e amante da liberdade. Ele lutou sob a bandeira de cada nação em nome da liberdade e da justiça da humanidade.[...] 6.000.000 de judeus estão em frente à morte pela fome. Deixe-nos atender ao seu clamor por ajuda".
("More than 6,000,000 aged men and old women and little children in the war ridden zones are absolutely destitute, and in Easter Europe alone there are more than 800,000 children who have no other source of food than that supplied by the joint distribution committee which is the disbursing agency of the various Jewish relief committees in America. [...] Among the millions who have suffered at the hands of the oppressor during the war, none has been more sorely tried than the Jew. They have been driven desperate by starvation, denied clothing and shelter and ground between the upper and nether millstones by persecution at home and invasion from abroad. At this moment 6,000,000 Jews are starving and nothing but the generosity of the American people can save them. This is the first time that the Jewish race has ever made a general appeal to the American public for financial help [...] The Jew has contributed in a substantial way to the advancement and prosperity of all the nations of the earth. No people have been more patriotic, more liberty loving. He has fought under the flag of every nation in the name of liberty and justice for mankind. [...] Six million jews face starvation. Let us respond to their call for help").


Nathan Straus no San Francisco Chronicle
  • O jornal San Francisco Chronicle publicou em 19 de outubro de 1919 o artigo "6.000.000 de judeus na distribuição de refeições". Traz o relato do "conhecido filantropo e comerciante" Nathan Straus, sobre "as condições nunca antes tão estarrecedoras em que se encontravam os judeus europeus" [27]
"6.000.000 DE JUDEUS NA FILA DO PAO, ESCREVE STRAUS. Mais de um terço do total de judeus no mundo reduzidos ao desespero na Europa [...] 6.000.000 de judeus, esperam na fila da refeição ou recebem a sopa da qual vivem, da cozinha do Joint Distribution Committee of American Funds for Jewish Sufferers.
("6.000.000 JEWS IN BREAD LINE, STRAUS WRITES. More Than Third of Entire Race in World Reduced to Despair in Europe. [...] Six million Jews, out of the 16.000.000 in the world, or considerably more than a third of the entire Jewish race, are today standing in bread lines or getting the soup on which they live from the soup kitchens of the Joint Distribution Committee of American Funds for Jewish War Sufferers").
The Evenig Tribune Providence: "não desconsideramos os méritos também de outras atividades sendo realizadas"


  • Em 31 de outubro de 1919, o jornal Evening Tribune Providence, em um anúncio de uma campanha judaica de ajuda informava: [28]
"Envolvidos na nossa campanha de ajuda aos 6.000.000 de judeus da Europa oriental, não desconsideramos os méritos também de outras atividades sendo realizadas".
("In the midst of our campaign for the relief of the six million Jews of Eastern Europe, we are not unmindful of the merits of other activities close at hand").


  • Em 12 de novembro de 1919, o membro da diretoria do Joint Distribution Committee of American Funds for Jewish War Sufferers, Felix M.Warburg, recebeu menção no jornal New York Times: [29]
”Os judeus foram os maiores sofredores nesta guerra […] Os sucessivos golpes dos exércitos em conflito quebraram a espinha dorsal do judaismo europeu, e jogaram 6.000.000 de almas, ou seja a metade da população judaica mundial numa trágica e inacreditável situação de pobreza, fome e enfermidade. Pela pura coincidência de sua localização geográfica, o povo judeu do leste europeu sofreu mais que qualquer outro extrato da sociedade. [...] Por mais de quatro anos, a guerra na frente leste desenvolveu-se na maior parte nos locais de população judaica [...] após o cataclismo dos últimos anos é demais esperar que estes judeus consigam restabelecer seu auto-sustento em menos de um ano".
("The Jews were the worst sufferers in the war [...] The successive blows of contending armies have all but broken the back of European Jewry and have reduced to tragically unbelievable poverty, starvation and disease about 6,000,000 souls, or half the Jewish population of the earth. The Jewis people throughout Eastern Europe, by sheer accident of geography, have suffered more than any other element of the population [...] For more than four years the war on the Eastern front was fought largely in the centers of Jewish population [...] after the cataclysm of the last few years it is too much to expect this Jewry to become self-sustaining in a short twelve-month").


  • Em 07 de maio de 1920, Stephen Wise e 6.000.000 de judeus foram mencionados novamente num artigo do New York Times que tratava de uma doação de Nathan Straus para vítimas judaicas da guerra [30]
"O fundo para vitimas judaicas da guerra na Europa central e oriental, onde 6.000.000 enfrentam condições horriveis de fome, enfermidade e morte, recebeu ontem o aporte de uma contribuição de US$ 100.000 de Nathan Straus. O rabi Stephen S. Wise anunciou a doação ontem[...].
("The fund for Jewish war sufferers in Central and eastern Europe, where six million face horrifying conditions of famine, disease and death, was enriched yesterday by a contribution of $100,000 from Nathan Straus. Rabbi Stephen S. Wise announced the gift yesterday [...]")


  • A ação defensiva da população russa contra a ação golpista bolchevique sempre foi distorcida por judeus como sendo “massacre a inocentes”, como publicado por Joseph Kreinin, presidente do Russian Joint Board of Jewish Societes no New York Timesem 20 de julho de 1921. [31]
"Os 6.000.000 de judeus russos estão prestes a serem massacrados. Enquanto se expande a fome, o movimento contra-revolucionário ganha forças, e o controle dos sovéticos desvanece. [...] Não espero muito de quaisquer atitudes políticas, eis que, exceto nas cidades, os soviéticos estão perdendo o controle. Os massacres ocorrem na sua maioria na zona rural. A única esperança para os milhões de judeus reside no sustento material e político da América".
("Russia's 6,000,000 Jews are facing extermination by massacre. As the famine is spreading, the counter-revolutionary movement is gaining and the Soviet's control is waning. [...] I cannot expect much effect from any political steps, as the Soviets are loosing control everywhere except in the cities. The massacres are occuring chiefly in the small towns. The only hope for the millions of Jews is for American aid, both material and political").
The Montreal Gazette: 6 milhões...


  • Após a implantação do regime soviético na Rússia, passaram-se 10 anos, até que houvesse nova menção aos 6.000.000 de judeus Esta voltou a ocorrer no dia 26 de dezembro de 1931, em convocação do rabino Jonah Wise, publicada no The Montreal Gazette , no Canadá, com o título: “Seis milhões de judeus prestes a morrer de fome”: [32]
"6.000.000 de judeus na Europa oriental estão prestes a morrer de fome, e pior, durante o inverno próximo. Se não forem obtidas doações adicionais pelo American Joint Distribution Committee até completar o orçamento estimado em US$ 2.500.000, haverá o caos e miséria em proporções inéditas, a envergonhar toda a humanidade[...]"
("Six million Jews in Eastern Europe face starvation, and even worse, during the coming winter. If additional funds are not collected by the American Joint Distribution Commitee to meet an estimated budget of $2.500.000 unprecedented havoc and misery will rule to the everlasting shame of humanity at large [...]")
The Western Bulletin-Palestra à comissão real
The Times (Londres)-Palestra à comissão real
Manchester Guardian - Oposição judaica à partição

Os Seis Milhões após o inicio do governo nacional-socialista

  • A partir do ano de 1936, intensificou-se a resistência da população autóctone da Palestina, contra a ocupação britância e contra a imigração em massa de judeus, em consequência da qual foi instituida a Peel-Commission. Foi através desta comissão que se sugeriu, pela primeira vez, a divisão da Palestina numa parte judaica e outra árabe, para: [33]
“solucionar o insolúvel conflito entre duas nacionalidade localizadas no interior de um diminuto país".
Do lado árabe tal sugestão foi rechaçada categoricamente, exceto pelo Rei Abdallah da Transjordânia. O Grão-Mufti de Jerusalém Mohammed Amin al-Husseini exigiu a total paralisação da imigração judaica. Do lado dos judeus as opiniões se dividiam : Intentava-se sim, fundar um Estado judeu na Palestina, porém uma divisão a este momento significaria limitar-se a um espaço menor, o que inequivocamente não fazia parte da intenção. O lider sionista Chaim Weizmann em 25 de novembro de 1936, numa palestra considerada pelos judeus como “a mais grandiosa declaração desde a Declaração de Balfour“ expôs frente à “comissão real” na Palestina novamente os 6.000.000 de judeus:[34]
”O estímulo e a esperança vivificados no sionismo não podem ser entendidos sem relacioná-lo a com situação do povo judaico na Europa central e oriental, a qual nem é vida nem morte".
(“The stimulus and hope which animate Zionism cannot be understood without relationship to the position of the Jewish people in Central and Eastern Europe, where six million Jews are in a position which is neither life nor death.”)


  • Referindo-se a palestra de 25 de novembro de 1936, Chaim Weizmann mencionou em 04 de agosto de 1937 o número de 6.000.000 de judeus durante a 20. Conferência Sionista em Zurique: [35]
“Eu disse à comissão real que as esperanças de 6.000.000 de judeus estão na emigração. Então me perguntaram: “Mas, voce consegue trazer 6.000.000 para a Palestina?” Respondi: não, - estou familiarizado com as leis da física e química, e conheço a força de fatores materiais. Em nossa geração eu divido o número por três e voce pode ver a profundeza da tragédia judaica: 2.000.000 de jovens com suas vidas a viver, que perderam seu mais elemantar direito, o direito ao trabalho”).
(“ I told the Royal Commission that the hopes of six million Jews are centered on emigration. Then I was asked: 'But can you bring six million to Palestine?' I replied, 'No. I am acquainted with the laws of physics and chemistry, and know the force of material factors. In our generation I divide the figure by three, and you can see in the depth of the Jewish tragedy: two millions of youth, with their lives before them, who have lost the most elementary of rights, the right to work”).


  • Publicou-se em 24 de dezembro de 1937 no Manchester Guardians, um artigo de Abraham Abrahams, secretário da New Zionist Organization. Neste artigo o assunto foi a partição da Palestina, com menção a 6.000.000 de judeus: [36]
"Há aproximadamente 6.000.000 de judeus que pessoalmente necessitam emigrar, o que significa que a mesma quantidade, embora não dispostos à emigração, são atingidos pelo sucesso ou insucesso deste empreendimento sionista".
("There are about six million Jews in personal need of emigration, which means that as many again, though not prepared to go to Palestine themselves, are by now vitally concerned with the success or failure of the Zionist enterprise").


  • O jornal britânico Guardian, em 04 de abril de 1938 publicou a palestra de S.Brodetsky sob o titulo "A miséria dos judeus na Áustria". Nesta palestra, S.Brodetsky, membro da diretoria do Congresso Mundial Sionista, queixou-se, na véspera da reunião na Manchester Zionist Association, sobre a situação difícil de 6.000.000 de judeus austríacos, a qual "é tão penosa que ninguém consegue ter idéia da sua gravidade". [37]
"6.000.000 de judeus neste momento estão presos quais ratos em países nos quais não se entende de democracia, liberdade e decência humana. [...] A única esperança num futuro para os judeus seria assegurar o direito fundamental para todos povos de viver em seu próprio Estado[...] A Palestina rerpresenta esta esperança [...] o governo britânico não desconheceria a vantagem em ter em seu império, num ponto estratégico como a Palestina, um grande numero de judeus ligados à Grã-Bretanha pelos laços da amizade e gratidão".
("Six million Jews at this moment are trapped like rats in lands where democracy, freedom, and human decency are not understood. [...] The only hope of a future for the Jews was to secure the fundamental right of every people to live in its own State.‘ [...] Palestine represented that hope [...] and he was convinced also that the [British] Government was not unaware of the advantages of having a large number of Jews with the strongest ties of gratitude and friendship for Britain at so vital a key to Empire communications as Palestine").


  • Em 22 de novembro de 1938, pouco após a Reichskristallnacht, o Times de Londres noticiou uma mensagem do político britânico John Haslam (1878-1940) Esta mensagem foi enviada ao encontro da New Zionist Organization, e novamente tinha como foco os 6.000.000 de judeus: [38]
1938-11-22 - The Times (London) - Treatment of German Jews.jpg
  • Em 17 de maio de 1939 o governo britânico divulgou o chamado Britisch White Paper no qual asseguraram aos árabes (entre outras coisas) que a transformação de Palestina em Estado judeu não constituia seu objetivo político. [39]
O objetivo político britânico, isto sim, era minar a política anti-judaica e pró-Alemanha de Hadschi Mohammed Amin al-Husseini e obter seu apoio à planejada ação militar contra a Alemanha. (ação militar que resultou na Segunda Guerra Mundial).

Os Seis Milhões durante a Segunda Guerra Mundial

  • Na edição bimestral de julho/agosto de 1939, o Contemporary Jewish Record, editado pelo American Jewisch Committee alegou falsamente que o alemão Hans Ziegler teria escrito em sua obra Juden und der Weltkrieg [40] que "[...] um dos efeitos mais recompensadores da guerra mundial vindoura seria o aniquilamento de 6.000.000 de judeus na Europa central e oriental", e que outras advertências (ou ameaças) de igual caráter terrível teria sido manifestadas por outras autoridades ou publicações.
1939-10-12 - The Jewish Criterion - Review of Events.jpg
  • A mesma afirmação com idêntico teor foi publicada em outubro de 1939 pelo semanário The Jewish Criterion, de Pittsburgh, EUA [41] e em novembro do mesmo ano pelo mensário The Southern Israelite, da Georgia, também da EUA. [42] As afirmações difamatórias atribuiram a Hans Ziegler, [43]a autoria do livro que na realidade foi de Felix A. Teilhaber, judeu que serviu na Primeira Guerra Mundial no serviço médico e que em 1933 transferiu-se para a Palestina.


  • Em 17 de maio de 1940, os 6.000.000 são mencionados em um artigo do Ohio Jewish Chronicle sobre a nomeação do empresário Robert W. Schiffs como presidente da campanha de donativos do United Jewisch Fund of Columbus: [44]
”Mais de 6.000.000 de judeus na Europa central e oriental estão ameaçados de extinção como resultado da guerra e da opressão”.
("Over six million Jews in Central and Eastern Europe are faced with great danger of annihilation as the result of the sweep of war and oppression".)


  • Em 25 de dezembro de 1942 o ex-comunista convertido ao sionismo Victor Gollanz, divulgou um panfleto dirigido a ingleses e americanos com o titulo Let my People Go, no qual afirmava de início:[45]
”Dos aproximadamente 6.000.000 de judeus que viviam ao inicio da guerra na parte ocupada pelos nazistas , um grande percentual – entre um e dois milhões – foi deliberadamente assasssinado pelos nazistas e seus satélites. [...] Se nenhuma medida efetiva for tomada, em poucos meses os 6.000.000 estarão todos mortos".
("Of the six million Jews or so who were living at the outbreak of the war in what is a present Nazi-occupied Europe, a high proportion – between one or two million – have been deliberately murdered by the Nazis and their satellites.[…] Unless something effective is done within a very few months these six million Jews will all be dead,[…]")


A medida efetiva a ser tomada, no entendimento de Gollancz, seria a abertura da Palestina para os judeus. (Em seguida Gollancz foi nomeado vice-presidente do National Committe for Rescue from Nazi Terror).


Dentro de três meses, aproximadamente 250 mil panfletos foram distribuídos [46]. O panfleto foi mencionado, com os 6.000.000 de judeus, no parlamento canadense,[47] no Hull Daily Mail (Inglaterra) de 30 de janeiro de 1943 [48] e em 15 de maio no Advertiser do Canada.[49]
1943-01-30 - Hull Daily Mail - S. 3 - Hitler and the Jews.jpeg


  • A partir do início de 1943 a Igreja igualmente deixou se envolver pela difusão mítica sionista. Passou a repassar as intensas propagações judaicas como fatos comprovados e como expressão da realidade. Numa convocação dirigida ao governo, os arcebispos de Canterbury, York e Wales fabularam, em nome do episcopado anglicano: [50]
The Times em 25/01/1943
"A até agora efetuada exterminação é parte da realização da várias vezes repetida intenção de Hitler, de exterminar a população judaica na Europa, o que significa a exterminação de fato, de cerca de 6.000.000 de pessoas na área sob influência de Hitler”.
("They note further that the extermination already carried out is part of the carrying into effect of Hitlers oft-repeated intention to exterminate the Jewish people in Europe, wich means in effect the extermination of some 6.000.000 persons in the territories over wich Hitler´s rule has been extended").


  • O The Guardian britânico publicou em 27 de janeiro de 1943, uma "proposta para a salvação dos judeus", elaborada pelo presidente da seção britânica do Congresso Mundial Judaico e membro do parlamento britânico, Samuel Sydney Silverman. Sugeria que a (até então oficialmente inexistente) Organização das Nações Unidas impedisse a Alemanha "a cometer, em pleno século XX o maior banho de sangue da História". Tal impedimento se daria, ofertando guarida a todo judeu não impedido pelos alemães a aceitá-la. Silverman, que anteriormente tinha encaminhado o chamado Riegner Cable a Stephen Wise, expôs no artigo, entre outras coisas: [51]
"Quando as Nações Unidas se convenceram dos fatos, (o alegada intenção da extinção de todos judeus) o plano estava em operação havia seis meses, já tendo sido executado em substancial parte. Aproximadamente 6.000.000 de vidas permaneciam sob iminente perigo".
("By the time that the United Nations were convinced of this fact the plan had been in active operation nearly six month and a substantial part of it alread executed. Some six million lives remained in imminent peril").
The Guardian em 27/01/1943


  • Também o jornal britânico Western Morning noticiou em 05 de fevereiro de 1943, novamente e ainda os 6.000.000 que desde o início do século vinham sendo eliminados: [52]
"Existem alguns que são de opinião de que Hitler pretende a eliminação dos judeus na Europa ocupada, cujo número equivale a 6.000.000 [...] Não podemos nem acolher 6.000.000 aqui e tampouco podemos ditar regras de comportamento a outros governos"
("There are some who hold that Hitler's set purpose is the extermination of the Jews in Occupied Europe, numbering about six millions. [...] We can neither accomodate six million here nor dictate the attitude of other Governments").


  • Ainda em fevereiro de 1943 o Reader´s Digest publicou artigo de Ben Hecht[53] afirmando:
”Destes 6.000.000 de judeus, quase um terço já foi massacrado por alemães, romenos e húngaros, e as mais conservativas estimativas indicam que até o final da guerra outro terço será morto”.
("Of these 6,000,000 Jews almost a third have already been massacred by Germans, Rumanians and Hungarians, and the most conservative of the scorekeepers estimate that before the war ends at least another third will have been done to death.")


  • O sindicato norte-americano, United Electrical Radio and Machine Workers of America, com integrantes judaicos em sua diretoria, entre eles o diretor de pesquisa Nathan Spero,[54] realizou uma convenção nos dias 25 a 29 de setembro de 1944. Nesta convenção [55] foi dito:[56]
"A História não apresenta paralelos às cruéis bestialidades inflingidas à população judaica da Europa pelos nazistas e seus satellites, cujo programa de extermínio de todos judeus europeus, quase teve sucesso, pois 6.000.000 de judeus foram assassinados a sangue-frio,[...] Muitos milhares destes infelizes poderiam ter sido salvos, se lhes tivesse sido permitido entrar na Palestina,[...] A Grã-Bretanha unilateralmente promulgou um Palestine White Paper em 1939, que fechou todas portas à Palestina a milhares de fugitivos judeus anti-nazistas, e por este ato de apaziguamento do fascismo o Império Britânico é culpado como assassino de dezenas de milhares de pessoas que ainda poderiam estar vivas,[...] A política do White Paper é uma frontal contradição à Balfour Declaration de 1917, ao mandato da Liga das Nações de 1922 e à Anglo-American Convent de 1924".
("History records no parallel to the bestial cruelties inflicted on the Jewish people of Europe by the Nazis and their satelites, whose coldly calculated program of extermination of all European Jews very nearly succeeded, almost six million Jews having been murdered in cold blood, [...] Many thousands of these unfortunate might have been saved had they been allowed to enter Palestine, [...] Great Britain had promulgated by unilateral action a Palestine White Paper in 1939 which completely closed all doors to Palestine to thousands of an anti-Nazi Jewish refugees, and, by this step of appeasment of fascism, the Britisch Empire stands guilty as a murderer of tens of thousands of people who might have been alive, [...] The White Paper policy is a direct contradiction to the Balfour Declaration of 1917, the League of Nations Mandate of 1922 and the Anglo-American Convention of 1924.")

A metamorfose do mito em fato

  • A partir do dia 27 de novembro de 1944, o mito dos 6.000.000 passou a ser declarado como fato ocorrido e evidente pelo Youngstown Vindicator. Nesta data, dois meses antes dos soviéticos chegarem ao campo de concentração de Auschwitz e 5 meses antes do fim da Segunda Guerra Mundial, o periódico publicou artigo que referindo-se ao Black Book (Livro Negro) editado em 1942. A iniciativa do Black Book (Livro negro) foi de Albert Einstein, e a sua criação deu-se sob a supervisão de Ilva Ehrenburg e Wassilijj Grossman.[57]
”Um “livro negro”, composto por 5 volumes, que contém documentário do massacre de aproximadamente 6.000.000 de judeus europeus, cometido por alemães, está sendo elaborado pela editora estatal. O primeiro volume foi terminado e será publicado antes de 1 de janeiro. A obra foi realizada sob direção geral de Ilya Ehrenbourg e a edição contou, entre outros, com o apoio do dramaturgo Konstantin Simonov, com o escritor Vsevold Ivanov e com a poetisa Vera Imber.[...] Dados acessados pelos editores indicam que foram mortos entre 5.000.000 e 6.000.000 de judeus russos, poloneses, e da Europa ocidental e a quantia adicional de 1.500.000 judeus provavelmente morrerão na Hungria. O “livro negro” mostrará que o aniquilamento sistemático dos judeus iniciou-se em 1939 e processou-se em 8 áreas principais, com métodos que incluíam asfixiamento em câmaras de gás, eletrocussão, fuzilamento, inoculação bacterial, e com câmaras de monóxido de carbono”.
("A five-volume ‚black book‘ containing a documentary record of the German massacre of approximately 6.000.000 European Jews is being prepared by the state publishing house. The first book has been completed and will be distributed before Jan. 1. The work was done under the general editorship of Ilya Ehrenborg and the editorial board icluded poet-play-wright Konstantin Simonov, writer Vsevold Ivanov, and poetess Vera Imber. […] Data available to the editors indicated that between 5 000 000 and 6 000 000 Russian, Polish, and western Europe Jews were killed and an additional half million Jews face probable death in Hungary now. The ‚black book‘ will show that systematic annihilation of the Jews began in 1939 and was carried out in eight principal places with death methods including gas chamber asphyxiation, electrocution, firing squads, bacterial inoculation, and with carbon moxide chambers.")


  • No dia seguinte surgiram artigos semelhantes no jornal The Pittsburgh Press[58]sob o titulo de “Matança de 6.000.000 de judeus” , no Palestine Post sob o titulo “Assassinados seis milhões” [59] e no The Leader Post, [60]todos mencionando o Black Book de Ilva Ehrenburg.
  • Em 08 de janeiro de 1945 também o New York Times assimilou a alegação, ao reportar sob o titulo de "6.000.000 judeus mortos" o cálculo que o “economista e jornalista exilado” Jacob Lestchinsky teria apresentado na 10ª conferência anual do Yiddish Scientific Institute[61]
”Dos 6.000.000 de judeus europeus que faleceram , 5.000.000 viveram em territórios ocupados por Hitler”.
("Of the 6,000,000 European Jews who have died, 5,000,000 had lived in the countries under Hitler's occupation.")


  • Em 27 de janeiro de 1945 o exército soviético chegou ao (já evacuado) Campo de concentração de Auschwitz. Ao final de março, a mais de um mês da capitulação das Forças Armadas alemãs, o enviado na National Organization of Polish Jews in America, Joseph Thorn, já apresentou no 79º. Congresso do Committee On Foreign Affairs, os alegados 6.000.000 de judeus mortos como fato comprovado. [62] Lê-se às páginas 77 e 80, respectivamente:
"O povo alemão assassinou a sangue-frio mais de 6.000.000 judeus europeus, entre eles mais de 3.000.000 judeus poloneses".
"Eu acuso todo o povo alemão de ter, entre os anos de 1939 e 1945, matado mais de 15.000.000 seres humanos, entre os quais 6.000.000 judeus."
("The German people murdered, in cold blood, in excess of 6,000,000 European Jews, among them over 3,000,000 Polish Jews.")
("I accuse the whole German people that in the years 1939 to 1945 they slaughtered upward of 15,000,000 men, among which there were 6,000,000 Jews.")

Os Seis Milhões após a Segunda Guerra Mundial

Com a capitulação incondicional da Wehrmacht criou-se condições ideais para apresentar o mito dos 6.000.000 de judeus como sendo um fato fora de discussão. Criou-se todo o cenário e as condições ideais para tanto : A Alemanha destroçada, seu povo sem qualquer direito a qualquer reivindicação, confinado até a morte em campos de extermínio (vide Rheinwiesenlager), sua elite intelectual inconforme assassinada sob o pretexto do cometimento de “crimes de guerra”, tal qual as patentes militares nacional-socialistas, com ou sem julgamentos de fachada, como o “Tribunal de Nürnberg”, cientistas desiludidos sob tortura física ou psicológica, sem futuro e desnorteados, levados à colaboração com o inimigo sob ameaças ou promessas (vide Operation Paperclip), o surgimento de antigos adversários do Nacional-socialismo e todo o tipo de aproveitadores e traidores, dispostos a obter proteção do inimigo em troca da traição à Pátria, eis o cenário existente com as condições ideais ao atendimento dos interesses do judaísmo.

Assim, com a manipulação da opinião pública mundial, entrou em ação a nova fase da propaganda contra o inimigo batido e destinado a pagar infinitamente por algo que não cometeu, mas que a história oficial colocaria como fato verdadeiro, e mais que isto – intocável sob a pena de punições legais.


  • A nova investida midiática então colocou ao conhecimento mundial que os alemães tentaram assassinar todos judeus da Europa, e sòmente com o corajoso e sacrificado empenho de soviéticos, ingleses e norte-americanos, conseguiu-se o malogro do "plano diabólico alemão", salvando assim pelo menos um terço dos judeus europeus do destino de 6.000.000 de seus compatriotas. O rabino Stephen Wise porém não se viu na necessidade de reconhecer este empenho solidário dos aliados: Em maio de 1945, quando colocou os 6.000.000 como fato válido e indicustível para todo o futuro, cobrou::[63]
"O mundo cristão, e eu incluo a Inglaterra evidentemente no mundo cristão, toleraram a morte de 6.000.000 de pessoas do povo de Jesus de Nazareth de uma forma extremamente horrível. O mundo cristão deve aos judeus alguma reparação".
("The Christian world, and I include England, of course, in the Christian world, suffered six million of the people of Jesus of Nazareth to die in a most horrible manner. The Christian world owes the Jews some reparation")


  • Em maio de 1945, na data da capitulação da Wehrmacht e 6 meses antes do julgamento no Tribunal de Nürnberg, o presidente da campanha de doações da United Jewish Fund of Columbus, Robert Schiff, o qual já havia "prevista" a morte de 6.000.000 de judeus em maio de 1940 declarou ao Ohio Jewish Chronicle: [64]
"Os 6.000.000 não morreram em vão! Em seus consagrados nomes precisamos dar nova esperança e nova vida aos vivos".
("The 6,000,000 did not die in vain! In their hallowed name we must give new hope and new life to the living.")


  • Em 03 de agosto de 1945, a Canadian Jewish Chronicle informou sobre as atividades da comissão de história do Committee for Polish Jews, constituída em novembro de 1944. Esta comissão finalmente iniciou o recolhimento de "provas do assassinato de 6.000.000 de judeus", ("assassinatos de 6.000.000" os quais, a crer nas reclamações judaicas, vinham ocorrendo repetidamente desde o século II :[65]
"A comissão está recolhendo todos materiais, documentos e fotografias que ilustram o martírio de judeus da Polónia e de toda Europa. Estes comprovam que os alemães assassinaram 6.000.000 de judeus europeus na Polónia".
("This commission is gathering all materials, documents, and photographs illustrating the martyrology of Polish Jews and of the Jews of all Europe. This proves that the Germans murdered six million European Jews in Poland").


  • Em 13 de agosto de 1945, três meses antes do início do primeiro processo em Nürnberg, a World Zionist Conference poublicou uma irada reclamação pela manutenção do British White Paper de 1939, considerando tal fato contrário ao "direito natural e histórico dos judeus de retornarem à sua Pátria" [66]
"Apenas aproximadamente 60.000 judeus conseguiram fugir da Europa para a Palestina durante a guerra. Cem vezes mais – em torno de 6.000.000 homens, mulheres a crianças – foram mortos pelos nazistas e seus satélites. O que ocorreu com nosso povo na Europa não ocorreu, e não poderia ocorrer a nenhum povo no mundo que tivesse seu próprio território e Estado".
(Only some 60,000 Jews managed to escape from Europe to Palestine during the war. A hundred times as many – some 6,000,000 men, women, and children – were put to death by the Nazis and their satelites. What happend to our people in Europe did not and could not happen to any people in the world which has a country and a State of its own.)


  • Em seguida o rabino Stephen S. Wise manifestou-se novamente e esclareceu ao mundo então chocado pelo lançamento das bombas atômicas sobre o Japão, que o antisemitismo seria uma bomba atômica e que muito mais judeus teriam perecido devido a Hitler do que japoneses devido a bombas atômicas[67]
"Dois quintos de todos judeus – quase 6.000.000 homens, mulheres e crianças – foram abatidos. O antisemitismo, que é a mais sutil e provocativa arma de todos que queriam destruir a paz, é em si uma bomba atômica. Nós exigimos a abertura dos portões da Palestina para o resto do nosso povo".
("Two-fifth of all Jewry – nearly 6.000.000 men, women and children – were butchered,‘ he said. ‚Antisemitism, which is the most subtly provocative weapon of all those who would destroy freedom, is in itself an atomic bomb. We demand the opening the doors of Palestine to the homeless remnants of our people").


  • Em 05 de setembro de 1945, o The Guardian, de Londres informou sobre as "cenas emocionantes" numa conferência sionista, na qual Chaim Weizman, “profundamente emocionado” , deu as boas-vindas a representantes judeus da Polónia. [68]
"O que emergiu das declarações dos representantes poloneses, foi que dos três milhões de judeus poloneses apenas 80.000 sobreviveram, o resto foi eliminado. Estimou-se que 6.000.000 de judeus têm sido assassinados".
("What emerged from the speeches by the Polish delegates was that out of the three million Jews in Poland only 80,000 have survived, the rest having been exterminated. Altogether, it is estimated that six million Jews have been killed.")


  • No dia seguinte o Evening Post da Nova Zelândia noticiou a planejada construção de um monumento em Jerusalém, que registraria os nomes dos 6.000.000 dos judeus.[69]:[70]
"Após voltar a Jerusalém de uma viagem à Europa central, Mr. Eliahu Dobkin, chefe do departamento de imigração da Jewish Agency disse: Os alemães mataram 6.000.000 de judeus durante a guerra. A quantidade restante de judeus na Europa era de aproximadamente 1.600.000, dos quais a maioria desejaria emigrar para a Palestina.[...] Foi planejado a erigir um monumento no Monte Scopus, em memória aos judeus falecidos. Comportaria os nomes de todos 6.000.000, inclusive soldados, partisans e combatentes dos ghettos".
("The Germans killed 6,000,000 Jews during the war, said Mr. Eliahu Dobkin, head of the Jewish Agency's immigration department, on his return to Jerusalem from Central Europe. The number of Jews left in Europe was approximately 1,600,000, most of whom desired to emigrate to Palestine, he said. [...] It was planned to erect a monument at the summit of Mt. Scopus to commemorate the Jews who died. It woud bear the names of all 6,000,000 including the soldiers, partisans, and ghetto fighters.")


  • Semelhante texto foi publicado pelo Canberra Times da Austrália. Neste artigo, com o título: SEIS MILHÕES DE JUDEUS MORTOS POR ALEMÃES, há uma curiosa menção ao número 6:[71]
"Durante a guerra os alemães mataram 6.000.000 de judeus, A quantidade remanescente de judeus na Europa era de aproximadamente 1.600.000, disse Mr. Eliahu Dobkin, chefe do departamento de imigração da Jewish Agency, ao retornar da Europa Central a Jerusalém . Acrescentou que a maioria dos sobreviventes judeus gostaria de emigrar para a Palestina. A agência planeja mandar 6 grupos de 6 pessoas cada para ajudar nos campos alemães..[...] Foi planejado a erigir um monumento no Monte Scopus, em memória aos judeus falecidos. Comportaria os nomes de todos 6.000.000, inclusive soldados, partisans e combatentes dos ghettos".
("Throughout the war 'the Germans killed 6.000.000 Jews,' the number left in Europe being approximately 1,600,000, said Mr. Eliahu Dobkin, head of the Jewish Agency's .Immi- gration Department, on return to Jerusalem from Central Europe. He added that most surviving Jews desired to emigrate to Palestine. The agency plans to send six groups of six men each to help Jews in German camps. [...] It is planned to erect a monument on the summit of Mount Scopus to commemorate the Jews who died. It will bear the names of all the 6,000,000, including soldiers, partisans and ghetto fighters").


  • À semelhança de seu colega Stephen Wise, também o rabino Louis I. Newmann esperava maior empenho dos aliados a favor dos judeus, conforme o New York Times de 17 de setembro de 1945 . Por ocasião do Yom Kippur e após o Kol Nidrei durante o serviço noturno na sinagoga Rodeph Sholom, o rabino exigiu o acesso à Palestina:[72]
"Seis milhões de judeus morreram como mártires e seu sangue clama das profundezas. O mínimo que a América e a Bretanha podem fazer, é abrir os portões da Palestina para a imigração judaica e possibilitar aos desabrigados e errantes a encontrar finalmente a segurança e a paz".
("Six million Jews have died a martyrs and their blood cries up from the ground. The least that America and Britain can do is to open up the doors to Palestine to Jewish immigration and to enable the homless and the wandering to come at last to security and peace").


  • Em decorrência da infindável insistência midiática, também as latitudes sionistas subalternas passaram a assimilar a crença nos 6.000.000, como mostra uma carta de leitor ao Times de Londres em 22 de setembro de 1945. Na carta, além de atribuir-se intenções anti-sionistas ao White book de 1939, que teria impedido “centenas, se não milhares” de judeus a serem “salvos enquanto ainda podiam ser salvos” adota-se a valoração quantitativa proporcional, a aumentar a representatividade do número de mortos: [73]
"Durante a guerra, 6.000.000 de judeus foram levados à morte na Europa. Este foi a maior cifra de vítimas que algum povo tem sofrido, equivalente proporcionalmente à exterminação de 33.000.000 de pessoas deste País."
("During the war, six million Jews were put to death in Europe. This was the heaviest toll of life that any people has suffered, equivalent proportionately to the extermination of thiry-three millions of people of this country.")


  • Novamente o mítico número de 6.000.000 foi lançado em artigo de jornal, para reivindicar - porém desta vez não o espaço territorial, e sim, dinheiro. Conforme artigo de 02 de outubro de 1945 no Evening Post da Nova Zelândia, o secretário-geral do Congresso Judaico Mundial, Leon Kubowitski exigia que americanos e ingleses não permitissem aos alemães utilizarem para o pagamento de reparações, bens desapropriados de judeus. Disse também: [74]
"Os 6.000.000 de judeus mortos deixaram bens no valor de vários milhões de libras, e o direito alemão prevê o retorno dos bens sem herdeiros ao Estado".
("The 6,000,000 Jews who had been killed left millions of pounds' worth of property, and German law provides that where there are no heirs the property reverts to the State.")


  • Em 04 de outubro de 1945 numa das "mais agressivas demonstrações sionistas em massa da história", manifestaram-se entre outros, o rabino Stephen S. Wise ( que estimou a presença de mais de 70.000 participantes) e o rabino Abba Hillel Silver, presidente do American Zionist Emergency Council. O rabino Stephen Wise profetizou a concretização do Estado judeu na Palestina ainda antes de sua morte, e conforme o artigo do Canadian Jewish Chronicle o rabino Abba Hillel Silver, ao invés de demosntrar gratidão aos britânicos, reclamou a sua pouca ação e exigiu: [75]
"Propõe agora a manter estes portões (da Palestina) fechados contra os nossos sobreviventes, após o perecimento de 6.000.000 do nosso povo, mortes pelas quais seu País não é inocente. Voces não terão êxito, Mr. Attlee. A consciência da humanidade e de seu próprio povo não o permitirá!"
("You now propose to continue to keep these doors shut against our survivors, after six million of our people perished, for whose death your country is not without blame. You will not succeed, Mr. Attlee! The conscience of mankind and of your own people will not permit it!")


  • Também o The Times de Londres, em 09 de outubro noticiou demonstrações em massa ocorridas em Tel Aviv, Haifa, Jerusalém e Cairo, sob o título "PROTESTO DE JUDEUS PALESTINOS":[76]
"50.000 judeus desfilaram hoje nesta maior cidade puramente judaica do mundo, em protesto antecipado contra a política imigratória britânica, e permaneceram por dois minutos em silêncio em memória aos 6.000.000 de judeus europeus assassinados".
("Fifty thousand Jews in this, the biggest purely Jewish city in the world, to-day marched to protest in advance against Britisch policy on immigration, and stood in silence for two minutes in the memory of the 6,000,000 murdered Jews of Europe".


  • No Canadá ocorreram aglomerações com o objetivo de forçar os aliados a ceder a Palestina aos judeus. Conforme noticiado em 12 de outubro pelo Canadian Jewish Chronicle, 10.000 judeus reuniaram-se em no dia 08 de outubro dentro e em frente ao Massey Hall em Toronto. Nesta ocasião o judeu nascido na Rússia e membro do parlamento canadense, David Arnold Croll palestrou: [77]
"Não deixem o mundo esquecer que os judeus foram os primeiros a combater os nazistas e que sofreram; os que sofreram com a cruel perseguição, e os que perderam 6.000.000 de almas, mais que todos os exércitos aliados perderam durante a guerra".
("Let the world not forget that the Jews were the first people who fought the Nazis, and suffered; who bore the brunt of the vicious persecution and who lost 6,000,000 souls, more than was lost by all the Allied armies during the war").


  • O artigo do britânico The Observer, sobre a greve de fome de um judeu num campo inglês próximo a Bergen-Belsen destinado a “desalojados”, noticia que à entrada do escritório do comitê judaico encontra-se grande faixa com os dizeres:[78]
"6.000.000 de judeus foram assassinados – mundo, onde está sua consciência?"
("At the entrance to its [the Jewish commitee's] office, a large poster asks the searching question: Six million Jews have been murdered – world, where is thy conscience?")


  • 09 de novembro de 1945 – O judeu Peter Gay, aliás Peter Joachim Fröhlich, formalmente estudante da Universidade de Denver queixou-se em sua coluna The Gay Outlook, publicada no jornal Clarion, desta faculdade, e no jornal estudantil The Garteway da Universidade de Alberta, do pacifismo do mundo civilizado. Este pacifismo teria levado ao assassinato de 6.000.000 judeus, além de ser a causa da negação ao resto sobrevivente a um porto seguro[79]Referia-se óbviamente à ocupação da Palestina.
  • Após dez dias foi publicada, no mesmo sentido, uma suposta “resolução” de “sobreviventes Judeus”, no Indian Express:[80]
"O mundo não terá paz enquanto judeus não tiverem oportunidade de determinar seu destino em seu próprio país. Sabemos por experiência própria que o sangrento assassinato em massa de 6.000.000 de judeus só foi possível por falta de abrigo e pátria".
("The world will have no peace as long as Jews have no opportunity to determine their destiny in their own land. We know from bloody experience that mass murder of six million Jews was made possible only because of their homelessness and statelessness".)

Os Seis Milhões declarados sob juramento

Desde o século II, (conforme o conhecimento atual) a mesma ocorrência – a morte de 6.000.000 de judeus – foi repetida constantemente em todas circunstâncias históricas que se mostrassem adequadas para tanto. Na hipótese da realidade destas alegações circunstanciais, a somatória das eliminações alcançaria centenas de milhões de judeus. Em outra hipótese, as alegações assumem aspecto mítico e apresentam-se como lance propagandístico com o objetivo de angariar vantagens para o judaísmo através de acusações aos diversos alvos que se vislumbrava de acordo com cada momento histórico.

Finalmente, com o resultado da Segunda Guerra Mundial encontrou-se a possibilidade de focar os 6.000.000 numa vítima única e indefesa em decorrência da incondicionalidade da capitulação militar. A partir de então os 6.000.000 passaram a referir-se unicamento aos alemães, à ideologia nacional-socialista e aos seus seguidores derrotados. As provas para tanto passaram a ser declarações, documentos, equipamentos ou instalações criadas ou adaptadas. A autenticidade das acusações passou ser garantida pelo poder do vencedor e pelo impedimento do acesso à defesa. Para o resguardo da versão oficial criou-se leis que penalizam com detenção a dúvida ou o interesse público pela pesquisa histórica independente da versão oficial.

  • Assim, em 26 de novembro de 1945 o ex-servidor do Escritório Central de Segurança do Reich (Reichssicherheitshauptamtes) e do Serviço de Segurança (Sicherheitsdienst), Wilhelm Höttl declarou sob juramento que Adolf Eichmann teria lhe confirmado os 6.000.000. Höttl declarou:
"Adolf Eichmann disse que o número(de judeus mortos) era um grande segredo do Reich, porém me o diria, pois eu, como historiador, deveria ter interesse para isto” - e que lhe teria informado o numero de 6.000.000.[81]

Esta declaração de Höttl foi apresentado como prova de acusação número US-296 (documento 2738-OS) no primeiro processo de Nürnberg.Eichmann negou durante o chamado "Processo Eichmann" (Eichmann-Prozess) na Palestina, ter alguma vez (jamais) dito este número a alguém, pois nem o possuía, e observou que era

"notável (ou esquisito-merkwürdig) que todos (jeder) afirmavam ter recebido estes números de mim""[82]
("If Hoettl is here using figures, I must comment that no one received such figures from me, because I myself had none. In this connection it is odd that everyone claims to have received figures from me - one person says it was five million, the other six million").

Wilhelm Höttl, ao mais tardar em abril de 1945 desertou para os aliados (norte-americanos). No pós-guerra tornou-se agente do serviço secreto aliado e entre outras ações, estruturou uma célula da organização Gladio.[83][84]

Não obstante esta dedicação, Höttl não desfrutava de boa imagem junto a seus ex-inimigos e então empregadores, pois lê-se num relátorio oficial da CIA que Höttl seria:

"uma pessoa de tão baixo caráter e de antecedentes políticos tão ruins, que seu aproveitamento em serviços secretos, independente do proveito decorrente, seria uma estratégia míope dos EUA.[85]
("Höttl is a man of such low character and poor political record that his use for intelligence activities, regardless of how profitable they may be, is a short-sighted policy by the U.S.")

A revelação da confissão imediatamente correu o mundo. Embora se tratasse apenas de uma declaração verbal de um desertor, as chamadas da imprensa mundial declararam que:

”Anotações secretas nazistas...” [86]
”Documentário policial secreto...”[87]
A polícia secreta nazista...”[88]

teriam revelado o assassinato de 6.000.000 de judeus, não obstante a inexistência de fundamentação crível.


  • Em 08 de março de 1946, sete meses após o fim do primeiro processo de Nürnberg, Chaim Weizmann propagou a falsidade em sua palestra no Anglo-American Committee of Inquiry on Palestine[89]
"Nos processos de Nürnberg foi verificado de forma inequivoca que 6.000.000 de judeus foram eliminados[...]"!.
("At the Nuremberg trials it was established beyond a shadow of doubt that six million Jews were destroyed […]")

A declaração de Chaim Weizmann constitui-se apenas em mais uma manifestação do embuste, pois a sentença condenatória emitida pelo juiz-presidente Parker, em face do perjuro de Wilhelm Höttl deu-se apenas em setembro de 1946.[90]

Ao todo, os 6.000.000 de judeus foram mencionados 7 vezes no primeiro processo de Nürnberg:

-Em 14 de dezembro de 1945 (No perjuro de Wilhelm Höttl)
-Em 10 de maio de 1946[91][92][93]
-Em 23 de agosto de 1946 [94][95][96]
-Em 29 de agosto de 1946[97][98][99]
-Em 30 de agosto de 1946[100][101]
-Em 30 de setembro de 1946[102]
-Em 01 de outubro de 1946.[103]

Assim a secular procura sionista por um alvo fixo e definitivo para o também secular mito cabalístico numérico de 6.000.000 encontrou a sua vítima final. Todas tentativas anteriores desembocaram na conquista do agora irremediável culpado pelo assassinato de 6.000.000 de judeus, tentativas que vagavam pela História, alimentadas pela persistência sionista desde (que se tem notícia) o século II da Era Cristã, e que finalmente conquistou o status de "verdade inconteste".

O mito torna-se verdade pública auto-sustentada

Desde os processos de Nürnberg, a cifra dos 6.000.000 é repetida durante as décadas de forma crescente e por inúmeras vezes. Judeus e simpatizantes a propagam, os não-judeus, os cristãos ou os não-cristãos a assimilam de forma inconsciente e inconteste.


  • Assim o ex-presidente da República Federal da Alemanha Richard von Weizsäker palestrou em 08 de maio de 1985 de forma irresponsável no parlamento, em comemoração ao 40º. aniversário da capitulação da Wehrmacht :
"Nós lembramos especialmente dos 6.000.000 de judeus assassinados em campos de concentração alemães".[104]
("Wir gedenken insbesondere der sechs Millionen Juden, die in deutschen Konzentrationslagern ermordet wurden.")


  • O grão-rabino polones, Menachem Joskowicz exigiu em 1998 que Auschwitz se tornasse área exterritorial e passasse a pertencer ao povo judeu, por, sòmente ali, terem sido assassinados 6.000.000 de judeus.[105]


"A fundação do Estado de Israel [...] chegou tarde para 6.000.000 de judeus europeus. Isto foi uma horrível tragédia. Israel nasceu das cinzas da Shoah – para oferecer uma pátria para os judeus de todo mundo e garantir para que a Shoah nunca mais se repita. Nunca mais – Cada um que não compreender este fato existencial referente a Isral e ao povo judeu, jamais entenderá Israel e a política israelense".
("The founding of the State of Israel […] came too late for six million European Jews. That was and is an appalling tragedy. It was out of the ashes of the Shoah that Israel was born - to provide a homeland for Jews the world over and to ensure that the Shoah would never happen again. Never Again! - anyone who fails to grasp this existential fact about Israel and the Jewish nation will never understand Israel and Israeli people and policy.")


  • Na 60ª. reunião geral da ONU em 01 de novembro de 2011, por ocasião da criação da resolução 60/7 sobre o o "dia internacional da memoria do holocausto", Dan Gillerman disse:
"Em memória dos 6.000.000 de vitimas do holocausto e em honra aos sobreviventes, agradeço pela aprovação desta resolução universal histórica[...]"[107]
("Finally, in memory of the 6 million Holocaust victims and in honour of the survivors, I give thanks for this universal and historic resolution and its adoption by the Assembly, citing the words of the Jewish prayer: Blessed be the Lord who has given us life, sustained us and brought us to this day.")


  • Em 09 de novembro de 2008, Charlotte Knobloch disse por ocasião da ação em memória pelo 70º. aniversário da Reichskristallnacht, realizada em conjunto entre o governo da República Federal da Alemanha e o Conselho Geral Judaico na Alemanha (Zentralrat der Juden in Deutschland):
"Sra Chanceler, ilustres senhoras e senhores,[...] os 6.000.000 (de judeus) assassinados enhtre 1933 e 1945 nunca deverão degradados a uma nota de rodapé da história!"[108]
("Frau Bundeskanzlerin, sehr geehrte Damen und Herren, [...] die zwischen 1933 und 1945 ermorde­ten sechs Millionen Juden dürfen nie zu einer Fußnote der Geschichte degradiert werden!")


  • O presidente do Partido Pirata (Piratenpartei) da Baixa-Saxônia publicou em 9 de abril de 2012 seu posicionamento em relação ao assunto:
"Com o assassinato de 6.000.000 de crianças, mulheres e homens, escolhidos apenas em decorrência de sua religião e etnia - executados pelo governo em ação mormente aceita pela população, o nosso povo, os nossos pais, nossos avós e bisavós assumiram uma culpa histórica, a qual até hoje nos adverte pelo nosso compromisso com a tolerância , com a proteção incondicional da honra humana e com o impedimento de uma reincidência".[109]
("Mit dem staatlich gesteuerten und von der Bevölkerung weitgehend akzeptierten Massenmord an über 6.000.000 Kindern, Frauen und Männern, die nur Aufgrund ihrer Religion und ihrer ethnischen Herkunft ausgewählt worden sind, hat unser Volk, haben unsere Eltern, Großeltern und Ur-Großeltern eine historische Schuld auf sich geladen, die uns bis heute an unsere Verpflichtung der Toleranz, des unbedingten Schutzes der Menschenwürde und der Verhinderung einer Wiederholung mahnt")


  • Em março de 2012, o regime de Israel (que constitui uma força de ocupação na Palestina), promoveu atividades em "memória" aos declamados 6.000.000 de judeus. Objetivo destas festividades foi criar um ambiente propício às planejadas atividades hostis contra o Irã. Para tanto o ex-terrorista Benjamin Netanjahu declamou uma relação entre o Irã e os pretensos crimes nacional-socialistas contra judeus durante a Segunda Guerra Mundial. Como parte desta ação propagandistica, as sirenes anti-aéreas soaram no dia seguinte, restaurantes e locais públicos foram fechados e "documentários" do holocausto transmitidos por rádio e televisão.


  • A atual historiografia "políticamente correta" discute também quantos dos alegados 6.000.000 seriam judeus poloneses. Objetivo desta controvérsia é instrumentalizar um novo papel de vítima, forçando o alemão à assunção sua "culpa" também frente ao polonês, dando assim sequencia a seu papel de réu frente a uma variedade de vítimas, a serem criadas para manter a exploração psicossocial e econômica alemã pelo mais longo período possível.

O mito dos seis milhões torna-se pretexto para seis milhões de motivos

  • "Primeiro-Ministro Eschkol (no púlpito) no Knesseth: 6.000.000 de motivos contra relações diplomáticas entre Israel e a Alemanha."[110]
("Ministerpräsident Eschkol (am Rednerpult) in der Knesseth: Sechs Millionen Gründe gegen Beziehungen zu Deutschland").


  • "O povo judeu possue 6.000.000 de motivos para se opor de forma decidida a uma nova união da Alemanha, pois em 45 anos após a queda da Alemanha nazista a última linha do acerto de contas entre o povo judeu e seus algozes ainda não está escrita."[111][112]
("Das jüdische Volk hat sechs Millionen Gründe, sich einer Wiedervereinigung Deutschlands entschlossen zu wiedersetzen, 45 Jahre nach dem Fall Nazideutschlands ist die letzte Zeile der Abrechnung zwischen dem jüdischen Volk und seinen Peinigern noch nicht geschrieben.")


  • "...Ben Gurion também tinha 6.000.000 de motivos para não estabelecer contatos com a Alemanha..."[113][114]
("...Ben Gurion hatte auch sechs Millionen Gründe, keine Kontakte zu Deutschland aufzunehmen.")


  • "...Impelido pelo fato de que a humanidade mal aprendeu algo do holocausto, Wiesel se recusa a perder a esperança, embora, como formulou em entrevista com Oprah – tivesse 6.000.000 de motivos a perde-la..."[115][116]
("Getrieben von der Tatsache, daß die Menschheit kaum etwas aus dem Holocaust gelernt hat, weigert sich Wiesel, die Hoffnung aufzugeben, obwohl er - wie er es im Gespräch mit Oprah formulierte - sechs Millionen Gründe hätte, es zu tun...")


  • "...Eu poderia de imediato mencionar 6.000.000 de motivos pelos quais a NPD é um dos mais perigosos partidos para a democracia..."


  • "...Há 6.000.000 de motivos para proibir a NPD!..."[117]
("Die “Vereinigung der Verfolgten des Naziregimes – Bund der Antifaschisten” há ein dickes Buch herausgegeben mit über 5.000 gesammelten Gründen die NPD zu verbieten. In einer Zuschrift heißt es: Es gibt 6.000.000 Gründe die NPD zu verbieten!" – Alice Czyborra)


  • "...De acordo com as teorias pós-nazistas de conspiração, os judeus, desde o final de guerra, possuem o atrevimento de repreender o mundo pela sua total eliminação, da qual escaparam no ultimo segundo. (...) Se assim foi ou é, então por certo houve 6.000.000 de motivos que justificariam tal procedimento..."[118]
("...Der postnazistischen Verschwörungstheorie zufolge besitzen Juden nämlich seit Kriegsende die Dreistigkeit, der Welt die vollständige Vernichtung, der sie in letzter Sekunde entrannen, vorzuhalten. (...) Wenn es so war oder ist, dann gab es wohl sechs Millionen Gründe, die ein derartiges Handeln gerechtfertigt hätten...")


  • "...Elie Wiesel menciona que Auschwitz e Treblinka invalidaram todas as respostas. Após Auschwitz poderia desistir de sua crença: "Eu teria o direito a tanto. Poderia apresentar vários motivos, 6.000.000 de motivos, a justificar minha decisão..."[119]
("...Elie Wiesel spricht davon, dass Auschwitz und Treblinka alle Antworten ausser Kraft gesetzt haben. Nach Auschwitz hätte er seinen Glauben aufgeben können: ‚Ich hätte das Recht dazu. Ich könnte zahlreiche Gründe, sechs Millionen Gründe anführen, um meine Entscheidung zu rechtfertigen...‘")


  • "...Que ele mantém a sua crença, isto para ele também tem suas razões na História: "Para mim há 6.000.000 de motivos para ser judeu", ele diz, - e silencia por um momento. "As pessoas nos campos de concentração sofreram – eu não", ele complementa..."[120]
("Dass er an seinem Glauben festhält, ist für ihn auch in der Geschichte begründet: ‚Für mich gibt es sechs Millionen Gründe, Jude zu sein‘, sagt er - und schweigt einen Moment. ‚Die Menschen in den Konzentrationslagern haben gelitten - ich nicht‘, ergänzt er dann...")
  • "...Por isso Feilcke é também a favor do envio de tropas alemães à costa do Líbano. – “Há 6.000.000 de motivos contra, mas há também 6.000.000 de motivos a favor. É o dever da Alemanha contribuir para a segurança do Oriente Médio..."[121]
("...Daher ist Feilcke auch für den Einsatz deutscher Truppen vor der Küste Libanons. ‚Es gibt sechs Millionen Gründe dagegen, aber es gibt auch sechs Millionen Gründe dafür. Es ist Deutschlands Pflicht, zu einer sicheren Lage im Nahen Osten beizutragen...")


  • "Mas, para a Alemanha ela (Barbra Streisand) não vem. [...] Simon e Garfunkel também não quiseram vir. Mas então eu pude, com a ajuda de Joan Baez, convencer Paul Simon que a maior bobagem que pode ser feita é, só por causa deste terrível holocausto, dizer que a Alemanha não existe. [...] Mas Barbra Streisand tem lá seus 6.000.000 de motivos para não se apresentar na Alemanha..."[122]
("...Aber nach Deutschland kommt sie [Barbra Streisand] nicht. [...] Simon und Garfunkel wollten auch nicht kommen. Aber dann konnte ich mit Hilfe von Joan Baez Paul Simon überzeugen, dass es das Dümmste ist, was man tun kann, wenn man wegen diesem furchtbaren Holocaust sagt, Deutschland existiert nicht. [...] Aber Barbra Streisand hat nun ihre sechs Millionen Gründe, warum sie nicht in Deutschland auftreten möchte...")


  • "...Anteriormente Barbra Streisand também não queria. Até então, 6.000.000 de motivos a impediam de se apresentar na Alemanha...[123]
("...Barbra Streisand wollte früher auch nicht. Sechs Millionen Gründe hielten sie damals ab, in Deutschland aufzutreten...")


  • "…E então havia uma mulher que eu admiro muito, Barbra Streisand. Esta, também nunca conseguimos, porque seu empresário dizia que lá havia 6.000.000 de motivos. Também Simon & Garfunkel por muito tempo não vieram à Alemanha por causa do holocausto..."[124]
("...Dann gab's eine Frau, die ich sehr verehre, Barbara Streisand. Die haben wir auch nie bekommen, weil ihr Manager sagte, da gibt es sechs Millionen Gründe. Auch Simon & Garfunkel kamen lange Zeit wegen des Holocausts nicht nach Deutschland...")


  • "...E a outra que eu não consegui trazer ao palco é a Barbra Streisand [...] Havia então 6.000.000 de motivos contra uma apresentação na Alemanha – Seis milhões de judeus assassinados. Também Simon e Garfunkel tinham o seguinte ponto de vista : Alemanha ? Não, obrigado[125]
("...Und die andere, die ich nicht auf die Bühne bekommen habe, das ist Barbra Streisand. [...] Damals aber gab es sechs Millionen Gründe gegen einen Auftritt in Deutschland – sechs Millionen ermordete Juden. Auch Simon and Garfunkel standen auf dem Standpunkt: ‚Deutschland? Nein, danke‘...")

A localização dos restos mortais dos 6.000.000 de judeus

"aqui repousam as cinzas de 6.000.000 de judeus..."

Considerando que a eliminação de uma vida resulta em um cadáver, coloca-se a questão o destino deste cadáver. Na hipótese de sua natural putrefação remanescem restos mortais, notadamente o esqueleto ósseo. Na hipótese de sua incineração resultam cinzas e partículas como óxido de cálcio. Há de se indagar o volume e peso dos remanescentes da incineração de um corpo humano. Num primeiro exercício, ao se considerar hipoteticamente que, numa incineração possam resultar na média 1.000 gramas de sobras por corpo, restariam 6.000 toneladas ou 6.000.000 de quilogramas de cinzas e particulas calcificadas dos alegados 6.000.000 de corpos em questão. Na hipótese de uma decomposição natural, as quantidades seriam expressivamente maiores. Não se identificou até o presente quaisquer indícios de locais onde tal quantidade de cinzas ou restos decompostos de judeus alegadamente assassinados por alemães pudesse ter sido depositada. Assim é incrível a inscrição de lápide no cemitério de Clifton (King Solomon Cemitery) na Nova Jersey nos EUA : "Aqui descansam as cinzas dos crematórios de Auschwitz dos 6.000.000 mártires judeus”.[126]Presume-se que tal inscrição tem o valor das demais declarações acerca deste número. Caso contrário a história ainda virá a comprovar a sua real existência neste local, e esclarecer como, e por quem tal quantidade de cinzas para lá foi transportada na mais completa anonímia.

O misticismo do algarismo “6”

O algarismo “6” possue um misticismo peculiar no judaísmo. Apresenta-se uma pequena seleção:

  • Conforme o livro sagrado judeu, Tora, o mundo foi criado em 6 dias.
  • O “número da besta” é representado pelos algarismos 666.
  • No Velho Testamento menciona-se a riqueza salomônica:
"O ouro recebido por Salomão em um ano pesava 666 Zentner[...}[127]
("Des Goldes aber, das Salomo in einem Jahr bekam, war am Gewicht sechshundertsechsundsechzig Zentner […]")
  • A estrela de Davi possue 6 pontas.
  • No "êxodo israelita", seis vezes 100.000 homens adultos fugiram com Moisés do Egito.

Outras iniciativas em prol dos seis milhões

Em maio de 2012, o Cincinnati Center for Holocaust and Humanity Education lançou na internet a página Project 6 Million. Objetivo declarado do projeto é : "em memória aos 6.000.000 de homens, mulheres e crianças assassinadas durante o holocausto [...] incentivar um mundo sem intolerância". [128] Para os participantes deste projeto é "um dever, levado muito a sério pelo Project 6 Million, a doação de no mínimo um dólar dos EUA para honrar uma alma que pereceu durante o holocausto."[129]

Citações

  • "Esta figura (dos 6.000.000) é uma invenção, pura e simples - uma invenção de judeus naturalmente. Os judeus são assim: eles estão prontos a fazer qualquer coisa por publicidade. (Louis Darquier de Pellepoix - Comissário para questões judaicas no governo Vichy) [130]
("This figure (the six million) is an invention, pure and simple – an invention of Jews, of course. The Jews are like that: they're ready to do anything for publicity.")


  • "Ser uma criança israelense significa tentar imaginar o número 6.000.000 e sempre fracassar nesta tentativa". (Hagalil, 28 de agosto de 2006 - Tzipi Livni Vice-ministro israelense do exterior) [131]
("Ein israelisches Kind zu sein bedeutet, zu versuchen, sich die Zahl sechs Millionen vorzustellen und immer wieder an diesem Versuch zu scheitern.")


  • "Nós judeus temos boa memória, lembramos ainda hoje dos acontecimentos de 3.000 anos atras. Então não esqueceremos que há alguns decênios apenas, 6.000.000 de judeus foram assassinados." (Dieter Graumann, pres. do Conselho Central dos Judeus na Alemanha – entrevista a Patrick Gensing)[132]
("Wir Juden haben ein gutes Gedächtnis, wir erinnern uns heute noch an Ereignisse, die 3000 Jahre zurückliegen. Da werden wir nicht vergessen, dass erst vor einigen Jahrzehnten sechs Millionen jüdische Menschen ermordet wurden.")

Literatura

  • Don Heddesheimer: The First Holocaust: Jewish Fund Raising Campaigns with Holocaust Claims During and After World War I (Holocaust Handbook 6), 2003 [24]

ISBN 0967985676 [25]

  • Mark Weber: Wilhelm Höttl and the Elusive 'Six Million' (HTML) in: The Journal of Historical Review, Sept.-Dec. 2001 (Vol. 20, No. 5-6), pages 25-32.
  • The Origin of “Six Million” in David Irving: Nuremberg – The Last Battle, Focal Point Publication, 1996 pág 95 e seg. ISBN – 1872197167

Notas de rodapé

  1. Michael Bayzler [1]
  2. Bruce Afran - Robert A. Garber - Jews On Trial – editora KTAV Publishing House – 2005 pág 242 - The six million figure was first used at the Nuremberg trials in 1945.[2]
  3. Michael Sinowitz: „Licht und Wahrheit über Jesus Christus. Eine Offenbarung über die Unterschiebung des Neuen Testaments und der Kirchengeschichten durch die Schriftgelehrten des Talmuds“, 1901, pág. 65 e seg. (arquivo PDF)
  4. New York Times,11/06/1900:Zionists' Mass Meeting (Faksimile)
  5. „Anti-Semitism“ in Encyclopædia Britannica - 1902 - 10a. edição – vol. 25, pág. 482
  6. Jornal Hebrew National, citado no New York Times, 31/10/1869 [3] (Arquivo PDF)
  7. Jornal de Glasgow - Jewish Young Men’s Club – citação How many Jews are there? no New York Times, 10/02/1889 [4] (Arquivo PDF)
  8. „Juden“ na enciclopédia Meyers Großes Konversations-Lexikon, vol 10. Leipzig 1907, pág. 328-341. (Zeno.org)
  9. Anti-Semitism“ na: Encyclopaedia Britannica, 11a. Edição, Volume 2. (Gutenberg.org)
  10. Brockhaus' Kleines Konversations-Lexikon, 5a. edição, vol. 1. Leipzig 1911., pág. 906-907. (Zeno.org)
  11. Plea for Zionism no New York Times, 27/11/1902 [5] (Arquivo PDF)
  12. New York Times 29/01/1905 – título : End of Zionism, maybe[6]
  13. 13,0 13,1 New York Times 25/03/1906 - Dr. Paul Nathan's View of Russian Massacre - [7]
  14. The Jewish Chronicle, 18 de agosto de 1911, pág 14f. (Archiv)
  15. The Jewish Criterion, 01 de setembro de 1911, pág . 3-5: Where Does the Jew Stand? (CMU-Archiv)
  16. The Advocate: America's Jewish journal, Volume 42, 1911 pág 120 [books.google.de]
  17. Ben Hecht, Perfidy, pág 254 (1997 – Editora Mila Press ISBN 0964688638)
  18. New York Times, 31 de Outubro de 1911 – Churches in Plea to Czar for Justice [8]
  19. American Jewish Commitee: American Jewish Year Book 5672, Vol. 13 (1911-1912), Annual Report of the American Jewish Committee, pág. 308 Arquivado em:WebCite® [9]
  20. New York Times, Appeal for Aid for Jews, 02 de dezembro de 1914 Pré-visualizaçãoArquivo PDF
  21. Schiff Gives $25,000 to Immigrant Society - New York Times, 28 de fevereiro de 1916 Pré-visualizaçãoArquivo PDF
  22. The Jews in the Eastern War Zone, autoria: The American Jewish Committee, editora: The American Jewish Committee, New York, ano 1916, pág 19 Arquivo PDF
  23. New York Times, Six Million Souls Will need Help to Resume Normal Life when War is Ended. 18 de outubro de 1918 Pré-visualização
  24. Martin H. Glynn: The Crucifixation of Jews Must Stop, 31 de outubro de 1919 (Faksímile)
  25. New York Times, Ukrainian Jews Aim to Stop Pogroms, 08 de setembro de 1919 Pré-visualização(Arquivo PDF)
  26. The Gazette Times, 5. Oktober 1919, S. 8: Tomorrow Day For Launching Of Jews' Drive News.Google
  27. San Francisco Chronicle de 19 de outubro de 1949 - Judeus na fila do pão(Faksimile)
  28. Evening Tribune Providence, 31 de outubro de 1919
  29. TELLS SAD PLIGHT OF JEWS em: [10] [11]
  30. JEWISH WAR AID GETS $100,000 GIFT em New York Times de 07 de maio de 1920 [12]
  31. Joseph Kreinin: BEGS AMERICA SAVE 6,000,000 IN RUSSIA em: New York Times de 20 de julho de 1921 [13] [14]
  32. The Montreal Gazette, 26 de dezembro de 1931, SIX MILLION JEWS FACE STARVATION
  33. Jewish virtual library[15]
  34. The Jewish Western Bulletin, 11 de dezembro de 1936: Before the Royal Commission - Dr. Weizmann Says... Veja também o jornal The Times (Londres) de 26 de novembro de 1936: The Jewish Case - Dr. Weizann before the Royal Commission
  35. Chaim Weizmann: The Letters and Papers of Chaim Weizmann: Series B. Papers. Volume II, December 1931 - April 1952, Transaction Books, Rutgers University, Israel Universities Press, 1984, pág . 286.
  36. Manchester Guardian, 24 de dezembro de 1937, pág. 20: Jewish Opponents of Partition
  37. The Guardian, 4 de abril de 1938, pág . 11: Plight of Jews in Austria.
  38. The Times (Londres), 22 de novembro de 1938: Treatment of German Jews
  39. Avalon Projekt: British White Paper of 1939
  40. American Jewish Committee: Contemporary Jewish Record, Volume 2 de julho/agosto de 1939,
  41. The Jewish Criterion, 13 de outubro de 1939, pág. 2, Review of Events [16]
  42. The Southern Israelite, 28 de novembro de 1939, pág. 141, The World Looks On. Georgia Historic Newspaper: The Southern Israelite
  43. Cf.Deutsche National Bibliothek
  44. Ohio Jewish Chronicle, 17 de maio de 1940, pág 1: Robert Schiff Heads 1940 United Jewish Fund Drive.[17]
  45. Victor Gollancz, Let My People Go, 25 de dezembro de 1942, Jewish Frontier Association, The massacre of a people: what the democracies can do, Nova Iorque, 1943, pág. 22. Google-Bücher Let my people go (Faksimile)
  46. Ruth Dudley Edwards: Victor Gollancz: A Biography, Victor Gollancz Ltd., 1987, pág 371
  47. House of Commons (Edit.): Debates: official report, Volume 5, Queen's Printer, 1944, pág. 4606.
  48. Hull Daily Mail, 30. Januar 1943, pág. 3: Hitler and the Jews
  49. The Advertiser (Adelaide) – 15 de maio - Appeal on Behalf Of The Jews [18]
  50. The Times, 25 de janeiro de 1943, Refuge For Jews In The Empire: Bischop's Appeal To The Government.
  51. The Guardian, 27 de janeiro de 1943, pág. 4, A Proposal to Save the Jews
  52. Western Morning News, 5 de fevereiro de 1943, pág. 2: The Jews (Faksimile)
  53. Reader's Digest, Fevereiro de 1943, pág 107-110
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Referências

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