Mídia Sem Máscara

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Dirigido pelo filósofo Olavo de Carvalho, o sítio Mídia Sem Máscara se propõe a ser um veículo de crítica à imprensa brasileira e de divulgação da imprensa conservadora norte-americana.

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[editar] Resumo

Mídia Sem Máscara
Mídia Sem Máscara

O portal Mídia Sem Máscara está na contra-mão da atual mídia brasileira mainstream, que atravessa uma rara fase de degeneração, na sua maioria vendida, alugada, intimidada ou mascarada, o tipo de mídia chapa branca, que insiste em enganar leitores, ouvintes e espectadores com matérias pouco isentas que negligenciam a notícia realmente relevante em favor da doutrinação e do desserviço ideológico ao público leitor, ainda que beneficie o atual poder moderador, o governo de plantão, que de tendencioso tem muito e de competente nada. Grassa o nepotismo nos 3 Poderes e a parentada respectiva está amplamente espalhada pela mídia. Pululam as denúncias, em meio às Comissões Parlamentares de Inquérito que geram processos de milhares de páginas e aos indiciamentos policiais. As matérias, não raro usando fontes corretas e dados exatos, logram produzir notícias mentirosas e/ou distorcidas. É a antissemântica e o antijornalismo, o oposto do ofício de bem informar leitores de jornal e telespectadores. A quem aproveita? Apenas ao governinho medíocre que se instalou em Brasília e não sabe o que fazer para enfrentar a grave crise que estamos a viver. Ou, talvez, que tudo faça para acentuar tal crise em nome do mais rápido apodrecimento da burguesia. Trata-se de "exacerbar as contradições", como eles dizem. É triste ver publicações da tradição do Estado de São Paulo, O Globo se prestarem a esse tipo de brainwashing. Há, naturalmente, nobres e honrosas exceções, que "Midia Sem Máscara" prestigia.

[editar] Um outro mundo (de idéias) é possível

Mídia Sem Máscara
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"Um outro mundo possível” é o lema do Fórum Social Mundial, nascido e criado na petista Porto Alegre e, agora, exportado para a Índia. Na verdade, é pouco provável que um outro mundo, além desse que se conhece, seja possível. A igualdade subtendida por trás do lema não parece possível no mundo, como ensina a história e sua interminável marcha de misérias humanas. Agora, “um outro mundo de idéias” não só é possível, como se tornou urgente. Ao contrário do que comumente se diz, o pensamento único não é de direita, neoliberal ou congêneres — é de esquerda, qualquer que seja o viés que se dê a ela.

Na imprensa brasileira predomina, sem dúvida, o pensamento à esquerda, ainda que não de esquerda. Os tucanos, por exemplo, aninhados na excelente revista e excelente sítio Primeira Leitura (talvez o melhor veículo de análise política do país), também estão à esquerda. Volta e meia, quase num ato falho, eles cobram do governo Lula fidelidade aos princípios do marxismo clássico. E quando o fazem, percebe-se facilmente, ficam muito orgulhosos disso. Um social-democrata é sempre um filho pródigo, um marxista sem povo, que não consegue misturar-se com as massas e ama-a como um voyeur.

Primeira Leitura (o sítio diário e a revista mensal), mesmo sendo acusada freqüentemente de ser de direita, não é de direita. Quem quiser conferir é só procurá-la nas bancas ou na Internet (final com.br). Quem talvez possa se enquadrar nessa classificação, ao menos a título de classificação prévia, norteadora de um primeiro olhar, é o sítio Mídia Sem Máscara (final org). Dirigido pelo filósofo Olavo de Carvalho, ele se propõe a ser um veículo de crítica à imprensa brasileira e de divulgação da imprensa conservadora norte-americana. O Mídia Sem Máscara conta com um grande número de bons colaboradores, empenhados em mostrar o alinhamento à esquerda de boa parte da mídia.

Não se limita a criticar jornais. Também traz artigos sobre diversos outros assuntos, sempre com um enfoque liberal. Há algum tempo, houve uma polemica na Internet entre o Mídia Sem Máscara e o Comunique-Se, mais propriamente entre Olavo de Carvalho e João Paulo Lanyi. A briga rendeu uma infinidade de mensagens, a maioria esmagadora contra Olavo de Carvalho. O filósofo participou diretamente da discussão, respondendo o bombardeio. A maioria de seus adversários não argumentava — limitava-se a repetir rótulos.

No início do ano, Mídia Sem Máscara foi reformulado. E, em face das dificuldades financeiras para sua manutenção voluntária, está pedindo doações em dinheiro para manutenção da página na Internet. Na página do Mídia Sem Mascara tem as instruções para os interessados em fazer doações.

O sítio dirigido por Olavo de Carvalho tem parceria com o Instituto Brasileiro de Humanidades, uma entidade sem fins lucrativos, voltada para a divulgação do pensamento liberal. O Instituto Brasileiro de Humanidades já publicou, em parceria com a Editora Record, os seguintes livros: As Seis Doenças do Espírito Contemporâneo, de Constantin Noica; Aristóteles, de Émile Boutroux, e A Origem da Linguagem, de Eugen Rosenstock-Huessy. A imprensa teima em ignorar tanto o Mídia Sem Máscara quanto o próprio Olavo de Carvalho, visto como direitista radical. Na verdade, antes de se rotular Olavo ou qualquer outro filósofo é preciso ler o que escreveram. E Olavo de Carvalho, nunca é pouco insistir nisso, escreve muito bem. Não só por dominar a forma, mas por ter conteúdo.

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Mídia Sem Máscara
Mídia Sem Máscara

Mídia Sem Máscara é um website destinado a publicar as idéias e notícias que são sistematicamente escondidas, desprezadas ou distorcidas em virtude do viés esquerdista da grande mídia brasileira. Embora sem recursos para promover uma fiscalização ampla, Mídia Sem Máscara colhe amostras, que por si só, bastam para dar uma idéia da magnitude e gravidade da manipulação esquerdista do noticiário na mídia nacional.

O fenômeno do controle esquerdista já vem durando tanto tempo, são tantos os fatos que foram sonegados do público ao longo de mais de vinte anos, que torna-se tão importante restaurar o passado quanto denunciar o presente. Estamos tão preocupados com os jornais velhos quanto com os jornais do dia. Afinal, a acumulação do que os jornais velhos disseram forma o fundo de crenças que constitui a base de julgamento das notícias do dia. Não adianta corrigir esta ou aquela notícia em particular, se os critérios consolidados por uma longa repetição de mentiras já embotaram a sensibilidade do público.

Mas os exemplos são em quantidade ilimitada. Desde a década de 80 os brasileiros estão privados de informações, por exemplo, sobre tortura e mortes de prisioneiros em Cuba, sobre as contínuas fugas de funcionários importantes do regime cubano, sobre o envolvimento pessoal de Fidel Castro no tráfico de drogas etc. Estão privados de informações sobre os contínuos preparativos da China para uma guerra nuclear, sobre o apoio da Rússia e da China aos movimentos terroristas, sobre as novas e mais temíveis funções da KGB etc. Estão privados de informações até mesmo sobre a direita norte-americana, cujos atos e palavras só nos chegam na sua versão monstruosamente distorcida fabricada pelos Clintons et caterva. Estão privados de informações sobre praticamente tudo o que os historiadores descobriram, ao longo de mais de uma década, em pesquisas nos arquivos de Moscou.

A simples enumeração desses temas ausentes na nossa imprensa já basta para provar: na grande mídia brasileira não existe jornalismo nenhum. Existe apenas manipulação a serviço da esquerda.

Essa manipulação é geral e não está limitada aos militantes ou colaboradores de um partido. A corrente que nos domina hoje é constituída da totalidade da oposição esquerdista dos anos 70, que se diversificou em agremiações distintas para poder mais facilmente dominar o conjunto sem dar uma impressão demasiado flagrante de controle monolítico. Mas o controle monolítico existe. A uniformidade da censura seletiva nos vários jornais e canais de TV é evidente demais para que alguém possa negá-la com honestidade. Mais notável ainda é a unanimidade das reações da imprensa diante de qualquer ameaça comum ao esquerdismo dominante. Como a última campanha eleitoral para presidência demonstrou, as várias facções da esquerda estão separadas apenas por picuinhas, mas cada vez mais unidas no propósito de caluniar, criminalizar e excluir do processo político qualquer coisa que seja ou pareça direitista.

O movimento comunista sempre teve, dentro de suas fileiras, uma divisão entre esquerda e direita. Isso faz parte até do vocabulário historicamente consagrado com que os líderes do Partidão rotulavam as dissidências internas: "desvio pequeno-burguês de esquerda", "revisionismo de direita", etc. A esquerda brasileira se prevalece da total ignorância popular sobre a história do movimento comunista para nos impingir, a título de "direita", a sua própria ala direita, isto é, o tucanato. Tudo o que esteja portanto à direita do tucanato já não é uma direita legítima - é uma facção marginal, criminosa, que deve ser reprimida, calada e excluída da vida pública... em nome do pluralismo e da democracia.

Toda a mídia nacional é instrumento dócil a serviço dessa manobra. O pior é que, ao mesmo tempo, os jornais que a isso se prestam são ainda rotulados de "conservadores" pela própria esquerda, que assim se serve gostosamente de instrumentos "acima de qualquer suspeita".

Em muitos outros países há também um controle esquerdista da mídia. Mas em parte alguma ele é completo e abrangente como no Brasil. Em toda parte há jornais, revistas, estações de rádio e TV, teses acadêmicas e sobretudo livros, muitos livros que denunciam o estado de coisas, lutam para mudá-lo e com freqüência o conseguem. A derrota da CNN, que baixou para menos da metade da audiência da conservadora FoxNews graças às denúncias do jornalista Brent Bozell, é um exemplo de como é possível cortar ao menos alguns braços do Leviatã.

No Brasil, os poucos que tentam enfrentar essa situação são vítimas do ódio, da covardia e da mesquinhez dos expedientes a que homens poderosos têm recorrido para os calar. A má vontade surda e cega - quando não a ironia e a chacota - que os indiferentes e alienados opõem aos seus esforços, são indescritíveis.

O que torna as coisas ainda mais difíceis é que nos últimos anos o estímulo geral à expressão de crenças esquerdistas encorajou todos os analfabetos do país a dar opiniões. Cada um deles, armado do sentimento de certeza que lhe infunde o fato de estar do lado da maioria falante, recorre com a maior sem-cerimônia ao argumentum ad ignorantiam ("isso nunca chegou ao meu conhecimento, portanto isso não existe") e é reforçado nesse vício pela totalidade da mídia que lhe sonega, precisamente, os conhecimentos que ele não deseja ter.

Será preciso mais do que esse hábito generalizado para explicar o descenso abissal das capacidades intelectuais no país, justamente na década em que as verbas de "educação" foram centuplicadas, a indústria livreira progrediu formidavelmente, o ensino universitário cresceu como nunca e já não há mais de dois ou três por cento de crianças fora da escola primária? Não, os brasileiros não estão emburrecendo por falta de livros, jornais ou escolas. Estão emburrecendo porque em vez de educação e informação receberam propaganda esquerdista e se acostumaram a identificá-la com a cultura e a inteligência.

Contra tudo isso, quê podemos fazer? Mídia Sem Máscara é composto de colaboradores que trabalham de graça, por generosidade, patriotismo e senso do dever. Os asssuntos abordados em Mídia Sem Máscara versam desde política e economia até cultura geral e religião. Aqui você encontrará resenhas de livros, traduções de notícias e artigos inéditos no Brasil, análises econômicas e reproduções de alguns trechos da mídia nacional que passam despercebidos aos olhos do grande público.

Pouco nos importa a desproporção de forças. Quando os grandes se acovardam, os pequenos têm de dar o exemplo.

[editar] MANIFESTO CONTRA A DITADURA ESQUERDISTA NA MÍDIA

Mídia Sem Máscara
Mídia Sem Máscara

A afirmação de que existe um viés, uma deformação, um preconceito esquerdista dominante na grande mídia nacional -- principalmente nas páginas noticiosas e nos suplementos culturais, mas também nas páginas de diversões, nas novelas de TV, em talk shows e, enfim, em toda parte -- não é simplesmente uma opinião. É a expressão fiel de um fato empiricamente constatável, que até hoje só não foi investigado e discutido livremente porque as entidades incumbidas de investigá-lo e discutí-lo -- faculdades de jornalismo, sindicatos da classe e sites tipo press watch -- estão igualmente a serviço da hegemonia esquerdista, que lhes interessa, por um lado, fomentar, e, por outro lado, ocultar enquanto não chegar a hora de revelá-la à plena luz do dia em todo o esplendor da sua feiúra totalitária. Quando essa hora chegar, será tarde para protestar.

É vital para a subsistência da democracia neste país que a ditadura informal implantada na mídia para o controle das consciências seja denunciada, desmascarada e desmontada enquanto ainda lhe falta a coragem de afirmar-se como realidade de fato e de direito, como aconteceu em Portugal e no Chile, quando comissões autonomeadas se apossaram das empresas jornalísticas, demitindo e calando os profissionais considerados inconvenientes. De maneira discreta e sorrateira, mas nem por isso menos imoral e criminosa, esses profissionais já se vêem hoje acossados por ameaças, por boicotes, por difamações, por toda sorte de impedimentos ao exercício da liberdade de opinião.

Mas não se pense que esses casos condensam em si o panorama da mentira esquerdista imposta ao público como verdade única e incontestável.

Eles representam a ponta de um iceberg cujo corpo, construído pelas contribuições de mil e um agentes de influência, laboriosamente, silenciosamente, maquiavelicamente, desde a década de 60, se constitui basicamente de:

1. Supressão sistemática do noticiário sobre atrocidades cometidas pelos regimes comunistas na China, no Vietnã, na Coréia do Norte e em Cuba -- e, em contrapartida, divulgação espalhafatosa de fatos análogos, de escala incomparavelmente menor, ocorridos em regimes de direita.

2. Completa abstinência de investigações sobre a ligação entre partidos de esquerda e organizações criminosas, mesmo quando essa ligação é admitida por agentes criminosos presos como aconteceu com os seqüestradores de Abílio Diniz e Washington Olivetto e mesmo quando ela está sacramentada em documentos públicos como os sucessivos pactos entre o PT e as Farc assinados no Foro de São Paulo de 1991 a 2001.

3. Investigações obsessivamente repetidas de violências -- reais ou supostas -- cometidas pelo regime militar e, em contrapartida, total silêncio quanto aos crimes cometidos pelos comunistas na mesma época.

4. Glamurização desmesurada dos ídolos intelectuais e artísticos da esquerda e, em contrapartida, total silêncio, quando não noticiário com ênfase difamatória contra intelectuais e artistas tidos como conservadores e direitistas -- as duas linhas convergindo para incutir como certeza absoluta, na mente do público, a identificação idiota de esquerdismo com inteligência e a cultura.

Essas deformações, consolidadas pelo hábito ao longo de três décadas, já são hoje aceitas como procedimentos normais, de modo que aqueles mesmos que as impõem ao jornalismo podem, ao mesmo tempo, negar a existência delas, sem às vezes nem mesmo perceber que estão mentindo. É que a mentira repetida se tornou verdade.

Como leitores, como brasileiros, como intelectuais e como líderes empresariais e comunitários, não podemos mais nos calar diante de situação tão alarmante, que anuncia para breve a total supressão das vozes divergentes na mídia brasileira e a instauração do reinado absoluto da mentira organizada.

Temos a certeza, por exemplo, de que o crescimento irrefreado do banditismo neste país é direta e conscientemente fomentado pela desinfirmação midiática que, desviando as atenções do público e dos governantes para os aspectos laterais e extrapolíticos do problema, acabam por bloquear toda investigação séria e portanto toda ação decisiva contra a criminalidade.

Estamos denunciando uma situação objetiva, e não indivíduos. Não clamamos por demissões, por punições, trocas de nomes em cargos de confiança. Jamais nos aviltaríamos ao ponto de usar os mesmos métodos dos intrigantes sorrateiros que hoje dominam a mídia brasileira.

Clamamos pela investigação objetiva do estado de coisas e pela sua discussão aberta. A mídia é, de todas as entidades que representam o tecido social, a primeira a clamar por "transparência". É imoral e inadmissível que ela trabalhe, portanto, sob tão denso véu de opacidade, reforçando e ocultando, ao mesmo tempo, os tenebrosos propósitos totalitários daqueles que, ao longo de três décadas de "ocupação de espaços", tomaram todos os postos, usurparam todos os canais de comunicação e hoje vendem como "pluralismo" o seu próprio debate interno, excluídas todas as vozes discordantes. Queremos a democracia autêntica, não um seu simulacro estereotipado.

Apelamos aos empresários da mídia para que não se acumpliciem, por medo ou por interesse, com a destruição da liberdade da qual vivem e prosperam. Apelamos aos profissionais, mesmo de esquerda, que estejam conscientes de que a liberdade de todos vale mais que a vitória de alguns, para que não se acovardem nem se deixem corromper por um corporativismo grudento. Apelamos aos anunciantes, para que pensem duas vezes antes de subsidiar sua própria destruição. Apelamos ao público em geral para que não se deixe mais ludibriar e faça uso de seus instrumentos de protesto, especialmente as "cartas de leitores".

Quando os homens bons se omitem, o reinado dos maus se torna um destino incontornável.

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