Brasil

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Brasil
República Federativa do Brasil
Bandeira do Brasil
Armas Nacionais
Bandeira Brasão de armas
Lema: Ordem e Progresso
Hino nacional: Hino Nacional Brasileiro
Gentílico: Brasileiro

Localização do Brasil

Localização do Brasil no mundo.
Capital Brasília
15°47′56"S 47°52′00"O
Cidade mais populosa São Paulo
Língua oficial Português
Governo República federativa presidencialista
 - Presidente Dilma Rousseff
 - Vice-presidente Michel Temer
 - Presidente da Câmara dos Deputados Marco Maia
 - Presidente do Senado Federal José Sarney
 - Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Carlos Ayres Britto
 - Número de ministérios 38
Independência do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves 
 - Declarada 7 de setembro de 1822 
 - Reconhecida 29 de agosto de 1825 
 - Descoberta pelos europeus 22 de abril de 1500 
 - Início da colonização 1530 
 - Proclamação da Independência 7 de setembro de 1822 
 - Proclamação da República 15 de novembro de 1889 
Área  
 - Total 8.514.876,599 km² (5.º)
 - Água (%) 0,65
 Fronteira Argentina, Bolívia, Colômbia, Guiana Francesa (França), Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela.
População  
 - Estimativa de 2011 192.376.496 hab. (5.º)
 - Densidade 22 hab./km² (182.º)
PIB (base PPC) Estimativa de 2011
 - Total US$ 2.294.243.000.000 (7.º)
 - Per capita US$ 11.769,41 (75.º)
PIB (nominal) Estimativa de 2011
 - Total US$ 2.492.908.000.000 (6.º)
 - Per capita US$ 12.492,91 (53.º)
Indicadores sociais
 - Gini (2012)
 - Índice de Desenvolvimento Humano (2011) 0,718 (84.º) – médio
 - Esperança de vida 73,5 anos (92.º)
 - Mortalidade infantil 15,6/mil nasc. (106.º)
 - Alfabetização 90,4% (94.º)
Moeda Real
Fuso horário UTC −4 a UTC −2 (oficial: UTC −3)

Verão:(DST) UTC −4 a UTC −2

Clima Tropical, subtropical, temperado, equatorial e semiárido
Organizações internacionais ONU (OMC), Mercosul, OEA, CPLP, ALADI, OTCA, UNASUL, CI-A, UL e OIE.
Cód. ISO BRA
Cód. Internet .br
Cód. telef. +55
Website governamental www.brasil.gov.br

Mapa do Brasil

Brasil (oficialmente República Federativa do Brasil, antigo Império do Brasil e durante um período foi chamado de Estados Unidos do Brasil) é o quinto maior país do mundo em população com 201.032.714 habitantes,[1] bem como a quinta maior área de 8.515.767,049 km²,[2] sendo a maior nação da América do Sul e da região da América Latina, fazendo deste o único país onde se fala majoritariamente a língua portuguesa na América e o maior país lusófono do planeta. Delimitado pelo oceano Atlântico a leste, o Brasil tem 16.886 quilômetros de fronteiras terrestres e 7.408 quilômetros de fronteiras marítimas.[3] É limitado a norte pela Venezuela, Guiana, Suriname e pelo departamento ultramarino francês da Guiana Francesa; a noroeste pela Colômbia; a oeste pela Bolívia e Peru; a sudoeste pela Argentina e Paraguai e ao sul pelo Uruguai. Vários arquipélagos formam parte do território brasileiro, como Fernando de Noronha (o único destes habitado), Atol das Rocas, Arquipélago de São Pedro e São Paulo e Trindade e Martim Vaz. O país faz fronteira com todos os outros países sul-americanos, exceto Equador e Chile. O Brasil abriga fauna e flora diversificadas, além de vastos recursos naturais. A população brasileira tende a concentrar-se ao longo do litoral em grandes centros urbanos. Enquanto o Brasil tem uma das maiores populações do mundo, a densidade populacional é baixa e o interior tem grandes áreas de baixa densidade populacional, principalmente na Amazônia. Politicamente, o Brasil é uma república federativa formada pela união de 26 estados federados e pelo Distrito Federal, onde fica situado a capital Brasília. O Brasil foi colonizado por Portugal a partir de 1500 até sua independência em 1822 quando se tornou uma monarquia até 1889, quando um sistema republicano foi adotado desde então, embora o seu parlamento remonta a 1824, quando a primeira constituição foi ratificada. Sua constituição atual datada de 1988 define o Brasil como uma República Federativa. A federação é formada pela associação indissolúvel dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. Atualmente 27 unidades federativas e 5.564 municípios.[4]

Apesar do período monárquico ter sido marcado por paz interna e prosperidade econômica contínuas durante o reinado de Pedro II, durante o século XX o Brasil assistiu a uma grande degradação da sociedade e dos seus valores culturais. A Igreja Católica, embora seja a religião predominante, perdeu muito do poder que já teve. O Brasil foi diminuindo sua orientação tradicionalista e religiosa, tornando-se um dos países mais degenerados no mundo, famoso mundialmente por seu carnaval, prostituição, falta de moralismo e violência. Embora a população judaica seja muito pequena, esta possui os meios de comunicação quase que completamente. Os Estados Unidos da América e FMI também tem um grande controle do Brasil desde o início do regime militar. As Forças Armadas tem um contigente muito pequeno se comparado com o tamanho do território, além de equipamentos antiquados, e boa parte dos recursos gastos com defesa são para pagar altos salários de oficiais. Há uma grande diferença econômica e social entre os Estados, principalmente entre o Centro-Sul e o Norte-Nordeste, e em áreas urbanas é visível uma grande desigualdade social, com bairros divididos por classe social. A administração pública é famosa pela falta de honestidade e desperdício de dinheiro, fazendo com que o habitantes que pagam altos impostos recebam pouco em serviços.

Índice

História

Pré-História

Provavelmente os primeiros habitantes do Brasil eram de origem australoide como demonstra um fóssil chamado de Luzia, o mais antigo encontrado no continente americano. A hipótese solutreana também defende que caucasoides tenham chegado no continente americano antes dos asiáticos. Quando os portugueses chegaram no Brasil, os ameríndios que ali viviam eram de origem siberiana, os quais vindos mais recentemente podem ter exterminado os povos que antes habitavam as Américas.

Pós-descobrimento

Desembarque de Pedro Álvares Cabral em Porto Seguro em 1500. Óleo sobre tela de Oscar Pereira da Silva (1904).

O Brasil foi descoberto oficialmente em 22 de abril de 1500 pelo navegador português Pedro Álvares Cabral, embora o também português Duarte Pacheco Pereira visitou o Brasil entre novembro e dezembro de 1498 e o espanhol Vicente Yáñez Pinzón em 16 de janeiro de 1500.

Em 1534 o território brasileiro foi então foi dividido em doze capitanias hereditárias e iniciou-se a colonização, principalmente no litoral a extração do pau-brasil era a principal atividade econômica. Logo em seguida, o Brasil tornou-se um grande produtor de cana-de-açúcar. Teve início o perído de escravidão, africanos que já eram escravos em seu continente nativo, foram comprados e levados ao Brasil.

Em seguida, os bandeirantes paulistas começaram a explorar o interior e a ampliar o território para além do limite do Tratado de Tordesilhas. Durante estas expedições, foram descobertas jazidas de ouro, que foi determinante para o povoamento do interior do Brasil.

Independência e império

Imperador Dom Pedro II.

Em 7 de setembro de 1822, Dom Pedro de Alcântara proclamou a independência do Brasil em relação ao Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, e fundou o Império do Brasil, sendo coroado imperador como Dom Pedro I. Para tornar o Brasil independente, o novo governo pagou uma indenização de dois milhões de libras esterlinas para Portugal e com a imediação da Inglaterra, sendo que foram dos banqueiros ingleses (família Rothschild) que o Brasil precisou tirar este dinheiro por empréstimo, era a primeira dívida externa brasileira de grande porte do novo país.[5] Informalmente, a Inglaterra já reconhecia a independência do Brasil antes do tratado feito que fazia Portugal reconhecer a independência brasileira, mas a Inbglaterra queria conseguir da nova nação a extinção imediata do tráfico de escravos.[5] Isso acabou retardando a elaboração e assinatura do assim chamado Tratado do Rio de Janeiro. Dom Pedro I reinou até 1831, quando abdicou e passou a Coroa brasileira ao seu filho, Dom Pedro de Alcântara, que tinha apenas cinco anos. Aos catorze anos, em 1840, Dom Pedro de Alcântara (filho) teve sua maioridade declarada, sendo coroado imperador no ano seguinte, como Dom Pedro II. O novo imperador extingue o tráfico de escravos em 1850. Aos poucos, os imigrantes europeus assalariados substituíram os escravos. Em 1888, a princesa imperial do Brasil, D. Isabel de Bragança, filha de Dom Pedro II, assina a Lei Áurea, que extingue a escravidão no Brasil.

Em 15 de novembro de 1889, ocorre a proclamação da república pelo marechal Manuel Deodoro da Fonseca (maçom) e tem início a República Velha, terminada em 1930 com a chegada de Getúlio Vargas ao poder.

Século XX

República Velha

Em 15 de novembro de 1889, militares destituiram o imperador Dom Pedro II e assumiram o poder no país, naquele mesmo dia 15, foi feito um governo provisório republicano. Faziam parte, desse governo, organizado na noite de 15 de novembro de 1889, o marechal Deodoro da Fonseca como presidente da república e chefe do Governo Provisório; o marechal Floriano Peixoto como vice-presidente; como ministros, Benjamin Constant Botelho de Magalhães, Quintino Bocaiuva, Rui Barbosa, Campos Sales, Aristides Lobo, Demétrio Ribeiro e o almirante Eduardo Wandenkolk, todos membros regulares da maçonaria brasileira. Também todos os membros do ministério empossados no dia 15 de novembro eram maçons.[6] Para o Código Criminal de 1830 do Brasil, esta atitude era prevista como crime grave, caso não tivessem êxito:

Art. 87. Tentar via correio, e por fatos, destronizar o Imperador; privá-lo em todo ou em parte da sua autoridade constitucional; ou alterar a ordem legítima da sucessão. Penas de prisão com trabalho por cinco a quinze anos. Se o crime se consumar: penas de prisão perpétua com trabalho no grau máximo; prisão com trabalho por vinte anos no grau médio; e por dez anos no grau mínimo".

Após a proclamação da república, a família imperial brasileira foi banida do território brasileiro e sendo que o decreto 4120 de 3 de setembro de 1920 revogou o banimento da família real. O nome do país mudou para Estados Unidos do Brasil e a bandeira provisória da república era semelhante a bandeira dos Estados Unidos e foi utilizada apenas entre 15 e 19 de novembro de 1889, quando foi substituida pela atual, que recebeu o novo lema do país, a frase positivista "Ordem e Progresso", embora o lema por inteiro dos positivistas fosse 'O amor por princípio, a ordem por base e o progresso por fim'.

O Brasil, durante o século XX, de pobre e agrícola, tornou-se industrializado e com diversas empresas estatais, criadas principalmente na era de Getúlio Vargas. Nesta época, o Brasil do Estado Novo era simpático ao modelo fascista dos países do Eixo da Segunda Guerra Mundial, ainda assim o presidente Getúlio Vargas publica um decreto confiscando os bens dos imigrantes italianos, alemães e japoneses que viviam no Brasil, com o objetivo de compensar eventuais prejuízos da guerra. Com o fim do conflito, nas décadas seguintes, vários decretos foram editados determinando condições para a devolução do que foi confiscado e que jamais foram devolvidos.[7] Em agosto de 1942, o Brasil declarou guerra ao Eixo que foi ocasionado a partir de fevereiro de 1942, quando submarinos alemães e italianos iniciaram o torpedeamento de embarcações brasileiras no oceano Atlântico em represália à adesão do Brasil aos compromissos da Carta do Atlântico (que previa o alinhamento automático com qualquer nação do continente americano que fosse atacada por uma potência extra-continental), o que tornava a então neutralidade brasileira apenas teórica. Segundo informações da época, os Estados Unidos tinham supostamente planos para invadir a região Nordeste do Brasil, caso Getúlio Vargas insistisse em manter a neutralidade do país.[8][9]

Durante a Guerra Fria, os EUA e a URSS competiam pelo domínio mundial. Em 1959 guerrilheiros comunistas instalaram seu regime em Cuba, o que fez os EUA através da CIA derrubarem os governos latino-americanos e substituí-los por regimes militares anti-comunistas. No início dos anos 1960 a CIA então inicia uma intensa propaganda alarmista na mídia brasileira, segundo a qual, guerrilheiros armados planejavam tomar o poder e acabar com a democracia. Os militares, provavelmente para evitar uma possível invasão militar estadunidense, colocaram em prática o Contra-golpe de 1964 e instauraram o Regime militar no Brasil que seria provisório, porém durou até 1984. No início deste regime político, o Brasil vivenciou um grande crescimento econômico chamado de milagre brasileiro. Por outro lado, havia também uma forte repressão contra opositores e o Brasil encontrava-se endividado. Vivenciou vários desastres ambientais, entre os quais a inundação dos Saltos Guaíra, então um dos principais pontos turísticos do Brasil, para a construção da Usina de Itaipú.

O fim do Regime Militar deu início à suposta "democracia" ou "ditadura de esquerda", onde as empresas estatais foram vendidas a grupos estrangeiros por um valor bem abaixo do valor real. O marxismo cultural passou a influenciar os jovens. A impunidade e leis brandas, aliadas à cultura consumista importada dos EUA, aumentou a violência, desordem e o crime organizado.

Geografia

Imagem do Brasil feita por satélite.

O território brasileiro é cortado por dois círculos imaginários: o Equador que passa pela embocadura do Amazonas, e o Trópico de Capricórnio, que corta a cidade de São Paulo. O país ocupa uma vasta área ao longo da costa leste da América do Sul e inclui grande parte do interior do continente. É delimitado pelo oceano Atlântico a leste com um litoral de 7.491 km. Faz fronteiras terrestres com todos os países da América do Sul exceto Equador e Chile: com o Uruguai ao sul; Argentina e Paraguai a sudoeste; Bolívia e Peru a oeste; Colômbia a noroeste e Venezuela, Suriname, Guiana e o departamento ultramarino francês da Guiana Francesa, ao norte. Também engloba uma série de arquipélagos oceânicos, como Fernando de Noronha, Atol das Rocas, São Pedro e São Paulo e Trindade e Martim Vaz. O seu tamanho, relevo, clima e recursos naturais fazem do Brasil um país geograficamente diverso.

Clima

O clima do Brasil dispõe de uma ampla variedade de condições de tempo em uma grande área e topografia variada, mas a maior parte do país é tropical. Segundo o sistema Köppen, o Brasil acolhe seis principais subtipos climáticos: equatorial, tropical, semiárido, tropical de altitude, temperado e subtropical. As diferentes condições climáticas produzem ambientes que variam de florestas equatoriais no Norte e regiões semiáridas no Nordeste, para florestas temperadas de coníferas no Sul e savanas tropicais no Brasil central. Muitas regiões têm microclimas totalmente diferentes.

Meio-ambiente

A grande extensão territorial do Brasil abrange diferentes ecossistemas, como a Floresta Amazônica, reconhecida como tendo a maior diversidade biológica do mundo, a Mata Atlântica e o Cerrado, que sustentam também grande biodiversidade, sendo o Brasil reconhecido como um país megadiverso. No sul, a Floresta de araucárias cresce sob condições de clima temperado.

Relevo

O território brasileiro apresenta relevo relativamente pouco acidentado, sem grandes e elevadas cadeias montanhosas. Isto se deve ao fato de que as estruturas geológicas do país, em sua maioria, são antigas e passaram por um longo processo de intemperismo e erosão, criando formas de relevo mais suaves. O ponto culminante do Brasil é o Pico da Neblina que encontra-se no norte do Amazonas, com altitude de 2.994 metros acima do nível do mar.

Demografia

A população do Brasil, conforme registrado pelo PNAD de 2008, foi de aproximadamente 190 milhões de habitantes (22,31 habitantes por quilômetro quadrado), com uma proporção de homens e mulheres de 0,95:1 e 83,75% da população definida como urbana. A população está fortemente concentrada nas regiões Sudeste (79,8 milhões de habitantes) e Nordeste (53,5 milhões de habitantes), enquanto as duas regiões mais extensas, o Centro-Oeste e o Norte, que formam 64,12% do território brasileiro, contam com um total de apenas 30 milhões de habitantes.

Política

A presidente do Brasil é a ex-guerrilheira e ex-assaltante de banco[10] Dilma Rousseff, que sucedeu Luiz Inácio Lula da Silva, filha de um judeu de origem búlgara que emigrou para o Brasil fugindo da perseguição política. Atualmente o Brasil possui 30 partidos políticos [11] porém nenhum destes é Terceira Via ou nacionalista. O Brasil já chegou a possuir partidos nacionalistas como a Ação Integralista Brasileira e o PRONA (Partido da Reedificação da Ordem Nacional). Um partido nacional-socialista também já existiu, o Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães no Brasil.

Destes partidos, sete deles fazem parte do Foro de São Paulo, uma organização de esquerda criada em 1990 a partir de um seminário internacional promovido pelo Partido dos Trabalhadores (PT)[12] juntamente com o cubano Fidel Castro,[13][14][15][16][17] que convidaram outros partidos e organizações de esquerda da América Latina e do Caribe como ambientalistas, grupos étnicos, sindicalistas e guerrilheiros das FARC. Os partidos são Partido Democrático Trabalhista (PDT), Partido Comunista do Brasil (PCdoB), Partido Comunista Brasileiro (PCB), Partido Socialista Brasileiro (PSB), Partido Popular Socialista (PPS), Partido Pátria Livre (PPL) e Partido dos Trabalhadores (PT).

Existem 513 deputados federais, cada qual para além de receber seu gordo salário e todas as regalias, ganham um auxílio-moradia de R$ 3.000,00 mensais, mesmo este morando em Brasília[18]. O custo anual somente dos deputados federais é de R$ 994 milhões[19], dinheiro que poderia ser melhor aplicado em outras áreas.

Relações diplomáticas

Para efeito de comparação, na época do Brasil Império em 1844, o então Secretário de Estado dos Estados Unidos John C. Calhoun afirmou que "Ao lado dos Estados Unidos, o Brasil é o mais rico, o maior e mais firmemente estabelecido de todos os poderes americanos", enquanto em 1867 o ministro dos Estados Unidos para o Brasil James Watson Webb afirmava que "O Brasil é, ao lado de nós mesmos, a grande potência no continente americano", e Christopher Columbus Andrews, um diplomata estadunidense na capital brasileira na década de 1880, recordou mais tarde o Brasil como um "império importante" em suas memórias. Em 1871, o Brasil foi convidado a arbitrar uma disputa entre os Estados Unidos e o Reino Unido, que se tornou conhecido como "Reclamações do Alabama". Em 1880, o império atuou como árbitro entre os Estados Unidos e a França sobre os danos causados ​​aos cidadãos norte-americanos durante a intervenção francesa no México. Em 1884, o Brasil foi chamado para arbitrar o Chile e vários outros países (França, Itália, Reino Unido, Alemanha, Bélgica, Áustria-Hungria e Suíça) sobre os danos decorrentes da Guerra do Pacífico.

Esta é a única época dourada brasileira, a partir da república e seus presidentes maçons e ditadores atrelados ao sionismo e americanismo, rebaixaram o país a condição de terceiro mundo, tanto que em 2014 o porta-voz do Estado sionista na Palestina, vulgo Israel, disse que o Brasil era um anão diplomático pelo Brasil ter convocado de volta seu embaixador em vista dos ataques israelenses em Gaza.

Mídia e comunicações

Impresso

A imprensa brasileira tem seu início em 1808 com a transferência da corte portuguesa para o Brasil, sendo até então proibida toda e qualquer atividade de imprensa, jornais ou livros.[20] A imprensa brasileira nasceu oficialmente no Rio de Janeiro em 13 de maio de 1808, com a criação da Impressão Régia, hoje Imprensa Nacional, pelo príncipe-regente João VI de Portugal.[21]

Rádio

A radiodifusão surgiu em 7 de setembro de 1922,[22] sendo a primeira transmissão um discurso do presidente Epitácio Pessoa, porém a instalação do rádio de fato ocorreu apenas em 20 de abril de 1923 com a criação da Rádio Sociedade do Rio de Janeiro.

Televisão

A televisão no Brasil começou oficialmente em 18 de setembro de 1950,[23] trazida por Assis Chateaubriand que fundou o primeiro canal de televisão no país, a Rede Tupi, que permaneceu no ar até 18 de julho de 1980, data em que o governo militar lacrou e cassou as concessões da emissora por corrupção financeira e dívidas com a previdência social.[24] Em outubro de 1970, a Rede Excelsior criada por Mário Wallace Simonsen em 1960 também tem sua concessão cassada pelos militares em virtude deste ter apoiado o presidente João Goulart, tirado do poder em 1964. Em abril de 1965, a Rede Globo inicia suas transmissões, a emissora fundada por Roberto Marinho já na década de 70 se tornaria a líder de audiência, mantida até hoje e sendo a segunda maior rede de televisão do planeta, atrás apenas da ABC dos Estados Unidos. Além da Tupi e Excelsior, outra emissora que foi extinta por questões financeiras foi a Rede Manchete, inaugurada em 5 de junho de 1983 pelo ucraniano Adolpho Bloch e que seria extinta em maio de 1999. Atualmente, as principais concorrentes da Globo são o Sistema Brasileiro de Televisão, ou SBT, criado por Silvio Santos em 1981; a Rede Record, fundada por Paulo Machado de Carvalho e vendida por este e Silvio Santos para o bispo Edir Macedo em 1989; a Rede Bandeirantes que foi criada por João Saad em 1967 e a RedeTV! fundada por Amilcare Dallevo em 1999 que juntas representam as cinco principais redes de televisão comerciais brasileiras [25]

A televisão brasileira tem como principal produto as telenovelas, geralmente apresentando histórias fora da realidade do país, mostrando pessoas ricas em volta de casos de amor, triângulos amorosos, incluindo homossexualidade, elas tendem a mostrar uma sociedade banalizada, onde crimes são frequentes, ao lado de vícios e atitudes egoístas, sendo comum no Brasil os vilões das telenovelas terminarem bem e por vezes o público chegando a apoiar estes personagens. A maior parte dos autores brasileiros são de homossexuais e mulheres, assim como seu público, e seus atores, assim como em Hollywood, em muitos casos são homossexuais ou lésbicas que fingem namoros heterossexuais com a cumplicidade da mídia, casos de traições e crimes também são frequente nesta classe.

Além das novelas, os programas de auditório também tem sua parcela de audiência, muitos deles se baseiam em mostrar supostos casos de gente comum da sociedade, mas que na verdade são armações com atores desconhecidos ou pessoas pagas para inventarem essas histórias irreais, que contribuem para programas que vão desde a buscar um parente desaparecido; reconstruir carros e casas; discutir relações familiares ou até mesmo programas de pegadinhas que humilham pessoas nas ruas e outros que colocam homens e mulheres seduzindo sexualmente uma outra pessoa, cujo parceiro pediu a televisão para testar sua fidelidade.

A partir da década de 2000, começou o fenômeno dos reality shows, como Big Brother, Casa dos Artistas e A Fazenda, seja com participantes famosos ou anônimos, o objetivo destas atrações é atrair audiência e anunciantes mediante a brigas e conflitos regados a sexo e bebidas alcoólicas, fazendo com que o público tome parte contra ou a favor destes participantes. Como toda a programação nacional, armações acontecem.

Referências

  1. www.noticias.uol.com.br - Brasil tem mais de 201 milhões de habitantes, estima IBGE.
  2. www.ibge.gov.br - Área Territorial Brasileira.
  3. www.adpf.org.br - Polícia Federal discute segurança e sustentabilidade na Amazônia
  4. www12.senado.gov.br - Municípios Brasileiros.
  5. 5,0 5,1 www.recantodasletras.com.br - Independência do Brasil.
  6. CASTELLANI, José, A Maçonaria na Década da Abolição e da República, Editora A Trolha, 2001.
  7. www2.camara.leg.br - Daniele Lessa: Segunda Guerra Mundial: os bens confiscados e jamais devolvidos - Bloco 3.
  8. ISTOÉ - EUA planejavam tomar o País caso Getúlio não entrasse na guerra contra os nazistas.
  9. DW-World - O Pentágono quis invadir o Brasil. Entrevista de Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira para a DW-World.
  10. www.veja.abril.com.br - Augusto Nunes: O assalto que Dilma ajudou a planejar.
  11. http://www.tse.jus.br/ - Tribunal Superior Eleitoral.
  12. www.forodesaopaulo.org - Declaração Final dos Encontros do Foro de São Paulo (1990-2012).
  13. www1.folha.uol.com.br - Foro de São Paulo celebra iniciativas que aumentam controle da imprensa
  14. ucho.info - Fidel Castro, Lula e a “Faixa de Gaza”.
  15. www.oglobo.globo.com - Conflito sem mediadores.
  16. www.firmaspress.com - A decepção internacional com Lula].
  17. www.blogs.estadao.com.br - PT e Farc, uma antiga relação ideológica que encontrou abrigo no governo brasileiro.
  18. http://super.abril.com.br/ - Revista Superinteressante.
  19. www.oglobo.com
  20. www.redealcar.jornalismo.ufsc.br - Rede Alfredo de Carvalho: 200 anos da Imprensa no Brasil, 50 anos do Jornal Pequeno
  21. www.portal.in.gov.br - A Imprensa Nacional.
  22. www.infoescola.com - História do Rádio no Brasil.
  23. www.microfone.jor.br - História da televisão brasileira.
  24. www.tv-pesquisa.com.puc-rio.br - Reportagem do Jornal do Brasil.
  25. www.donosdamidia.com.br - Redes.

Ligações externas

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