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Jaques Wagner
Jaques Wagner ✡ (* 16 de março de 1951, no Rio de Janeiro-Brasil), filho de imigrantes judeus poloneses, é filiado ao Partido dos Trabalhadores, foi governador da Bahia de 2007 a 2014 e integrou a Organização da Juventude Sionista no Brasil.[1] Em 23 de dezembro de 2014, Jaques Wagner foi indicado para assumir o Ministério da Defesa em substituição ao ministro Celso Amorim, no segundo mandato da Presidente Dilma Rousseff.
Joseph Wagner, pai de Jaques Wagner, judeu e comunista, mudou-se para o Brasil no fim da década de 1930. No Rio de Janeiro conheceu a mulher, Cypa Perla Wagner, polonesa, judia e comunista como ele.
Em 1973, quando Jaques Wagner presidia o diretório acadêmico do curso de Engenharia Elétrica da PUC do Rio de Janeiro, os pais o ajudaram a se esconder na casa da família, em Teresópolis, região serrana do Rio de Janeiro. Jaques namorava Beth Wagner (vice-prefeita de Salvador entre 1993 e 1996), com quem teria a primeira filha, em março de 1974. Eles passaram por Minas Gerais e São Paulo antes de chegar a Salvador, em junho de 1974. Ingressou na indústria petroquímica no polo de Camaçari, na região metropolitana de Salvador, onde se tornou técnico em manutenção. Começou a atuar no Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Petroquímica (Sindiquímica-BA), do qual foi diretor e presidente. Em 1980 ajudou a fundar o Partido dos Trabalhadores (PT) e a Central Única dos Trabalhadores (CUT) na Bahia.
Em uma entrevista à Federação Israelita do Rio Grande do Sul, publicada em outubro de 2006, quando Jaques Wagner foi eleito governador da Bahia, ele declarou:
Colégio Estadual Stiep Carlos Marighella
Em 11 de abril de 2014, Jaques Wagner participou da cerimônia que marcou a alteração do nome do Colégio Estadual Presidente Emílio Garrastazu Médici para Colégio Estadual Stiep Carlos Marighella, no bairro Stiep, em Salvador, Bahia. A solenidade contou com a presença do filho do comunista homenageado, Carlos Augusto Marighella, e de sua neta, Maria Marighella.
Carlos Marighella[2] tornou-se militante do Partido Comunista Brasileiro, foi preso diversas vezes e morreu em uma emboscada em São Paulo. Para Jaques Wagner, que autorizou a modificação do nome da escola por meio de publicação no Diário Oficial do Estado, a alteração do nome enaltece a memória de Carlos Marighella.
Quem foi Carlos Marighella?
O Minimanual do Guerrilheiro Urbano, publicado em junho de 1969, foi uma das mais divulgadas obras de Carlos Marighella e que serviu de orientação aos movimentos revolucionários. Circulou em versões mimeografadas e fotocopiadas, algumas diferentes entre si, sem que se possa apontar qual é a original. Nesta obra, detalhou táticas de guerrilha urbana a serem empregadas nas lutas contra governos ditatoriais.
Nos anos 1980, a CIA (Central Intelligence Agency), dos Estados Unidos da América, fez traduções em inglês e espanhol para distribuir entre os serviços de inteligência do mundo inteiro e para servir como material didático na Escola das Américas, por ela mantida, no Panamá.
No início de 1971, Ulrike Meinhof publicou clandestinamente seu livro-manifesto, O Conceito da Guerrilha Urbana, na Alemanha, influenciada pelo Minimanual do Guerrilheiro Urbano, do comunista brasileiro Carlos Marighella, que, entre outros, também influenciou as táticas de guerrilha das Brigadas Vermelhas, na Itália.
Referências
- ↑ 1,0 1,1 1,2 Sionista toma posse: Jacques Wagner é o novo ministro da Defesa. PSTU, 19 de Janeiro de 2015
- ↑ Ficheiro:Carlos Marighella.JPG
- ↑ "Documentos Revelados é resultado de anos de garimpagem nos arquivos estaduais e arquivo da Delegacia da Polícia Frderal de Foz do Iguaçu, de vasculhar caixas e pastas AZ, repletas de mandados de prisão, informes, radiogramas, ofícios recebidos e expedidos, dossiês, relatórios e outros tipos de documentos produzidos pela burocracia policial."